Sejam todos muito bem-vindos! Depois de um ano de sucesso é chegada a hora de "mimar" o nosso blogue alterando-lhe o visual... ;) Alteram-se umas coisas, mas continua-se a apostar no mais importante: Partilha, Estudo e Brincadeira... para que possamos aprender sempre um pouco mais! Portanto mãos à obra, pois "Saber é Poder"!!! ;) Hugs and Kisses
RSS

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Boas leituras :)





Caros alunos,

tal como já adverti, este período, ides ter que fazer uma leitura de um livro, à vossa escolha, de um dos seguintes autores - António Mota, António Torrado, Sophia de Mello B. Andresen, Alice Vieira, Luisa Ducla Soares, ... -  para apresentar em sala de aula.

É melhor começar a pensar nisso... e para vos abrir o "apatite literário" cá fica uma sugestão:

O Grilo Verde – de António Mota


O GRILO VERDE

Certo dia, apareceu na horta do Tio Manuel Liró um grilo espantoso. Era verde, tão verde como as alfaces repolhudas que cresciam num pequeno canteiro ao cimo da horta. E em dias de sol e noites estreladas, punha-se a assobiar modinhas.
Os grilos que viviam por perto, como não eram verdes nem sabiam assobiar, acharam aquele vizinho esquisito, muito invulgar. Foram contar aos colegas que moravam por aquelas redondezas.
— VERDE?!
— E ASSOBIA?!… PODE LÁ SER!
A notícia espalhou-se, andou de toca em toca, voou de lura em lura. Todos os grilos ficaram a saber das afrontas do parceiro que morava na horta do Tio Manuel Liró. Sim, afrontas! Ser-se verde e assobiador não eram coisas de grilo que se fizessem… Resolveram fazer-lhe uma visita para o convencer a mudar de farda e de música.
Numa tarde de domingo deixaram as luras que tinham nos quintais, campos, bouças e matas. Entraram na horta do Tio Manuel Liró e perguntaram ao companheiro:
— Porque não tens uma cor igual à nossa? Porque não cricrilas?
Então o Grilo Verde respondeu-lhes:
— Se nasci verde, não posso ser preto. E se assobio é porque não sei fazer outra coisa. E vós — perguntou — porque não sois verdes e não sabeis assobiar como eu?
— Porque sempre fomos pretos e só sabemos cricrilar.
— Então — concluiu o Grilo Verde — estamos empatados: se eu sou verde — vós sois pretos; se assobio — vós cricrilais. Para quê tanta preocupação?
— Alto lá! — reagiram os grilos pretos — Esqueces-te que és o primeiro colega a fazer tamanhos disparates!
— E não será disparate ter cor preta e cricrilar?
— Não venhas com bazófia. Por acaso já pensaste na confusão que vais criar?
— Confusão!? — espantou-se o Grilo Verde — Eu?!…
— Já pensaste que, se por acaso os homens te vêem, vão logo dizer aos seus amigos que há grilos que não são pretos e grilos que assobiam. Já pensaste nisso? E por tua causa todos os grilos do Mundo ficam desacreditados!
— Não vejo mal nisso… Mas dizei-me — pediu o Grilo Verde — o que devo fazer?
— Deves mudar de cor e nunca mais, mas nunca, nunca mais assobiar, entendido?
O Grilo Verde ficou calado, pensativo.
— Ides desculpar — disse ele — mas não posso fazer o que me pedis.
— Pensa bem…
— Já pensei o que devia pensar, e volto a dizer que estais a pedir coisas impossíveis, coisas malucas. Cada um é como é…
— Então — decidiram os grilos pretos — somos obrigados a agir imediatamente para remediar o equívoco: vamos prender-te.
— Prender-me?
— Sim, caro colega. Serás metido na lura mais funda que conseguirmos fazer. Ninguém mais verá esse ridículo verde da tua pele, ninguém mais escutará essas estúpidas modinhas que assobias… Descansa, fome não passarás, haverá sempre à tua disposição alface e senradela com fartura.
O Grilo Verde olhou à sua volta e ficou desesperado: eram tantos os grilos pretos a rodeá-lo… como poderia escapar?
— Não vos passou pela cabeça — disse o Grilo Verde — que ides fazer uma coisa estúpida, praticar uma grande injustiça? Que mal vos fiz? Governo a minha vida como qualquer grilo e dou umas assobiadelas. Onde está o mal, dizei-me?!
— Ó coleguinha! Estás a esquecer um assunto demasiado importante para todos nós: A NOSSA REPUTAÇÃO!
— RE-PU-TA-ÇÃO? O que é isso?!… — admirou-se o Grilo Verde.
— É o nome, a fama, a tradição, a reputação! Os grilos sempre foram pretos e nunca deixaram de cricrilar!
— E o nome, a fama, a tradição e a reputação dos grilos também diz que se deve prender os que não são pretos nem sabem cricrilar? — perguntou o Grilo Verde.
— Não venhas com conversa fiada, nem tentes baralhar-nos as ideias. Prepara-te para partires connosco.
Os grilos pretos começaram a fazer um cerco cada vez mais apertado ao colega vestido de verde — e este, quando se viu muito entrasgado, desatou aos saltos, tentando fugir.
— Agarra que é verde! Apanha o assobiador! Cri-cri-cri-cri — E os grilos pretos saltavam, pulavam, caíam. O Grilo Verde, esse fugia para um lado, fintava um colega, saía para o lado contrário, dava um salto e fintava outro.
— Ai a minha vida! Ai que lá vou para a toca funda — mas o Grilo Verde fugia sempre, sempre — cada vez mais aflito, mais cercado, mais cansado…
E se o Tio Manuel Liró não entrasse na horta a tempo de escorraçar os grilos pretos, certamente o Grilo Verde seria apanhado pelos colegas e de seguida metido numa lura funda.
Eu conto como tudo se passou.
Nas tardes de sol, o Tio Manuel Liró costumava ir sentar-se sob a sombra de uma oliveira ramalhuda que havia ao fundo da horta, para ler o jornal, e por fim dormir uma pacífica soneca! Ora, nessa tarde de domingo, o Tio Manuel Liró entrou na horta e, como de costume, foi sentar-se à sombra da oliveira, ignorando que havia visitantes por perto. Abriu o jornal, leu as palavras de letras gordas com muita atenção. Depois virou a página e começou a ler as letras mais pequenas. Mas essas letras, como eram pequenas, gostavam de brincar: punham-se a dar saltinhos de um lado para o outro, pulavam para cima e para baixo, faziam danças de roda… E os olhos do Tio Manuel, que já estavam um pouco cansados, não acharam piada nenhuma àquelas letras brincalhonas — fecharam-se. O sono, que rondava por perto, aproveitou a ocasião e, rápido, enfiou-se no corpo do Tio Manuel Liró.
Mas foi por pouco tempo. Era grande, muito grande a barulheira que os grilos faziam. E o sono, que detesta barulho, fugiu em grande velocidade.
O Tio Manuel Liró acordou estremunhado.
— Raio de grilos! Que barulho, santo Deus!… Calai-vos, desafinados duma cana!
Todavia, os grilos continuavam a fazer grande algazarra, indiferentes à zanga do dono da horta.
— Calai-vos! — gritou o Tio Manuel Liró. E a barulheira continuava…
— Ai sim! Então esperai pelas alfaces… esperai.
Zangado, estremunhado, o Tio Manuel Liró levantou-se, atirou o jornal ao chão e, correndo, atravessou a horta.
Voltou daí a momentos com uma grande enxada nas mãos. Sem fazer barulho começou a percorrer a horta, talho por talho, tentando localizar os importunadores barulhentos.
E tanto andou, tanto rebuscou, que conseguiu descobrir o paradeiro deles. Mas, ó grande azar, ó pouca sorte! Onde é que os grilos haviam de estar metidos? — No meio do feijoal, no talho dos seus viçosos feijoeiros…
«E agora, Manuel? — pôs-se o velho Manuel Liró a pensar.
— Desfaço ou não desfaço? Se desfaço o feijoal e espanto os grilos para longe daqui, passo a dormir descansado. Mas, se não desfaço os feijoeiros e não espanto os grilos, jamais dormirei uma soneca em paz. E agora, o que faço?».
O Tio Manuel pensou, matutou, ponderou e finalmente decidiu:
— Guerra aos grilos! Nem mais um cri-cri na minha horta! Quero dormir descansado. Fora! Fora daqui, seus casacas! — E, pegando na enxada, pôs-se o Tio Manuel a cavar o talho, a arrancar os feijoeiros, a cortar as vagens, a desfazer os feijões…
Os grilos pretos mal viram aquele pedaço de ferro afiado a arrasar tudo, tiveram medo, esqueceram-se de dar caça ao colega verde e tentaram escapar-se, fugindo ligeirinhos, mais lestos que saltaricos.
E o Grilo Verde? Esse, empoleirou-se numa couve, e dando um suspiro de alívio, escondeu-se entre as suas folhas verdes, tenras e largas, deixando-se estar quieto, caladinho.
E o Tio Manuel Liró continuou a cavar o talho, mexendo-o de ponta a ponta. Grilos não viu. E voltou a cavar, cada vez mais furioso. Cavou, cavou, estrangalhou, revirou a terra e voltou a revirar… Mas como podiam aparecer grilos se já tinham dado à pata?!
Transpirado, corado, aborrecido, enervado, fatigado, o Tio Manuel Liró pensou: «Foram-se os grilos e foi-se o feijoal».
Exausto, voltou para a sombra da oliveira. Pegou no jornal, leu novamente as palavras de letras gordas, virou a folha, suspirou três vezes, esqueceu o incidente, fechou os olhos e adormeceu.
E foi então que se deu um caso extraordinário, só estando lá para ver e pasmar:
Enquanto o Tio Manuel dormia a sua soneca, cresceram umas grandes asas cor de fogo no corpo do Grilo Verde. E este, saindo da couve onde estava empoleirado, começou a voar à roda da horta, por cima dos talhos. Depois subiu e foi poisar no ramo mais alto da oliveira, enquanto assobiava uma bela e estranha melodia.
O Tio Manuel acordou de mansinho ao som da música.
«Mas que belíssima melodia! Onde está o seu executante?», pôs-se o dono da horta a pensar, enquanto olhava para todos os lados, atento, admirado.
A música vinha de cima, dos ramos da oliveira, mas não se via nada!
— Quem assobia tão bem que faça o favor de descer e de se mostrar para que eu o felicite — pediu o Tio Manuel Liró.
Então o Grilo Verde desceu da oliveira, voando com as suas asas cor de fogo, e mostrou-se ao dono da horta.
— Que bicho tão estranho tu és! Pareces uma borboleta, mas assobias maravilhosamente… Também és parecido com um grilo… mas és verde! És tão estranho!… Espera aí! — E o Tio Manuel pensou apanhar o Grilo Verde e levá-lo consigo para mostrar aos amigos. Mas, quando estendeu os braços e abriu as mãos para o apanhar, o Grilo Verde escapou-se e de imediato começou a subir no céu azul.
Foi subindo, subindo e assobiando aquela bela e estranha melodia, até que, e para espanto do Tio Manuel Liró, o Grilo Verde desapareceu entre um castelo de nuvens, voando, voando com as suas asas cor de fogo.
Adaptação
António Mota
O grilo verde
Porto, Ambar, 1999




Se tiverem algum problema...aqui fica o link com o texto:
http://contadoresdestorias.wordpress.com/2009/02/02/o-grilo-verde-ant-mota/

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Ajuda para o teste de fevereiro

Ficha de avaliação de Português - Fevereiro:

1ª parte:
Parte A
1.       Texto
2.       Perguntas sobre o texto: (Autor/ autor/ espaço da ação/ tempo da ação/ personagens/ tipo de narrador/ Verd e Falso)
3.       Sinónimos/antónimos
Parte B
1.       Texto (poema)
2.       Perguntas sobre o texto (localizar a ação no espaço… )
3.       versos, estrofes….
4.       recursos expressivos: comparação, personificação, onomatopeia….

2ªParte – gramática:
1.       Nome/pronome/adjetivo/verbo/determinante
2.       Funções sintáticas (sujeito/predicado/Complemento Direto/Complemento Indireto)
3.       Formação de palavras (palavras derivadas por prefixação, sufixação, prefixação e sufixação)
4.       Verbos – Modo Indicativo e Pret. – mais – que –perfeito composto

3ª Parte

1.       Composição – Diálogo (de 180 a 200 palavras)

sábado, 18 de janeiro de 2014

tempos compostos

Verbos: formação dos tempos compostos

Com os verbos ter ou haver

Entre os tempos compostos da voz activa merecem realce particular aqueles que são constituídos pelo verbo ter (ou, mais raramente, haver) com o particípio do verbo que se quer conjugar (principal).

MODO INDICATIVO
1) PRETÉRITO PERFEITO COMPOSTO. Formado do PRESENTE DO INDICATIVO do verbo ter com o PARTICÍPIO do verbo principal:
tenho cantado
tens cantado
tem cantado
temos cantado
tendes cantado
têm cantado 
tenho vendido
tens vendido
tem vendido
temos vendido
tendes vendido
têm vendido
tenho partido
tens partido
tem partido
temos partido
tendes partido
têm partido
2) PRETÉRITO MAIS-QUE-PERFEITO COMPOSTO. Formado do IMPERFEITO DO INDICATIVO do verbo ter. (ou haver) com o PARTICÍPIO do verbo principal:
tinha cantado
tinhas cantado
tinha cantado
tínhamos cantado
tínheis cantado
tinham cantado
tinha vendido
tinhas vendido
tinha vendido
tínhamos vendido
tínheis vendido
tinham vendido
tinha partido
tinhas .partido
tinha partido
tínhamos partido
tínheis partido
tinham partido

Fonte: Nova Gramática do Português Contemporâneo, Celso Cunha e Lindley Cintra, Editora Nova Fronteira, 2ª edição, 29ª impressão.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Verbos conjugados

Amigos,
mais uma vez aqui fica uma dica muito útil...
Para conjugar verbos: coloquem no google: CONJUGA-ME e escrevam o verbo que pretendem ver conjugado!

ou então cliquem na imagem:




segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Quantificador






tipos e formas de frases

Tipos e formas de frase 

Informação baseada no livro Palavras - 5.º Ano, Texto Editores

Qualquer frase representa um tipo, de acordo com a intenção de quem a usa.

Existem quatro tipos de frases:

  • Declarativa - serve para darmos uma informação (quando declaramos ou informamos alguma coisa).
  • Interrogativa - tem como intenção formular uma pergunta (quando perguntamos ou interrogamos).
  • Imperativa - tem como função dar uma ordem, um conselho, fazer um pedido (quando damos uma ordem).
  • Exclamativa - serve para transmitirmos sentimentos, sensações (quando mostramos admiração ou exclamamos algo).
A cada um dos tipos de frase corresponde um ou mais sinais de pontuação. Este sinal de pontuação corresponde, na oralidade, à entoação com que a dizemos.

Ao tipo interrogativo corresponde o «?», ao imperativo corresponde o «.» ou o «!», ao exclamativo corresponde o «!» e ao declarativo corresponde o «.» ou o «!».


Cada frase só pode pertencer a um tipo, mas cada tipo de frase pode ter uma das seguintes formas:

  • Forma afirmativa - quando afirmamos alguma coisa (ex.: A Joana canta bem.).
  • Forma negativa - quando negamos alguma coisa (ex.: A Joana não canta bem.).
Resumindo:

  • Cada frase só tem um tipo (de quatro tipos possíveis) e uma forma (afirmativa ou negativa).


  • Ao analisares uma frase, ela será do tipo X na forma Y.
      Exemplos:
      «O Luís não gosta de uvas.» (tipo afirmativo / forma negativa)
      «Salta para aqui!» (tipo imperativo/ forma afirmativa)
      «Não acredito nisto!» (tipo exclamativo/ forma negativa)


  • Forma da frase
    A frase pode ser negativa ou afirmativa. As palavras que dão ideia de negação são não, nunca, ninguém, nada...

    Tipos
    Intenções
    Marcas na escrita
    Formas
    Exemplos
    Declarativo
    Informar sobre um acontecimento, descrever uma situação
    Ponto final
    Dois pontos
    Reticências
    Afirmativa
    Hoje vou à feira.
    O tempo estava bom.
    Negativa
    Não gosto de vinho.
    Nunca fui à caça.
    Interrogativo
    Formular uma pergunta, apresentar uma dúvida
    Ponto de interrogação
    Afirmativa
    Tens um lápis?
    Vais de carro ou de bicicleta?
    Negativa
    Não és português?
    Não almoçaste?
    Exclamativo
    Exprimir sentimentos: satisfação, alegria, surpresa, indignação
    Ponto de exclamação
    Afirmativa
    És tão arrumada!
    Que lindo menino!
    Negativa
    Não arrumaste nada!
    Nunca fazes o que te digo!
    Imperativo
    Aconselhar, fazer pedidos ou chamadas de atenção, ordenar
    Ponto final
    Ponto de exclamação
    Afirmativa
    Deves comer menos.
    Senta-te!
    Deixem-me passar!
    Negativa
    Não te sentes aí.
    Nem penses nisso!
    Nunca vás por ali!





  • campo lexical X família de palavra

    Campo lexical é o conjunto de palavras ou expressões que se referem ao mesmo domínio da realidade.
              Por exemplo, se quisermos construir o campo lexical de vestuário, poderemos usar palavras como calças, camisola, meias, camisa, chapéu, sapatos, saia, vestido, etc.

              Outros exemplos:

                   . campo lexical de futebol: estádio, jogador, bola, equipa, árbitro, golo...;
                   campo lexical de escola: biblioteca, quadro, livros, cadernos, disciplina...;
                   . campo lexical de pintura: quadro, pincel, tinta, cavalete, tela, exposição...;
                   . campo lexical de floresta: pinheiros, faia, carvalhos, urso, caverna, pânta-
                      nos, lobo, javali, veado...
                   . campo lexical de mar: barco, areia, onda, marinheiro...






    Família de palavras é «um conjunto das palavras formadas por derivação ou composição a partir de um radical comum». 
    – marémarinheiro e marisco – são parte da família de palavras de mar e, ao mesmo tempo, do seu campo lexical. 
    No campo lexical de mar constam também palavras como ondacostalitoral ou corrente (marítima).

    Resumindo:
    • É um conjunto de palavras que têm a sua origem na mesma palavra primitiva.
    Ex. FLOR            florinha, floreira, floral, florescer, reflorescer.


    Aplica os teus conhecimentos AQUI!  (é um exercício sobre família de palavras)

    Bom Ano a todos :)


    sábado, 7 de dezembro de 2013

    palavras homónimas. homógrafas e parónimas.

    sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

    A lenda de Despereaux

    Correção da ficha de avaliação - 1º Período

    Ex.1
    1.1….um gato preto que tinha uma menina.
    1.2….o pai vinha almoçar.
    1.3…o pai também se sujava ao pintar os quadros.
    1.4….correu atrás do gato.
    1.5…o gato mostra-se rabugento e o pai entusiasmado.


    Ex.2
    Maria…
    Características físicas
    Magrinha; pequena; olhos grandes, brilhantes e tristes; cabelos aos caracóis.
    Características psicológicas
    Obediente; triste; preocupada; curiosa…

    Ex.3
    Um dos espaços referidos no texto é o quintal. O quintal tinha canteiros, saibro vermelho, um limoeiro com folhas ferrugentas, uma japoneira; caminhos cheios de sombras; um coradouro e erva tenra e húmida.

    Ex.4
    O comportamento do gato ao longo da história confirma que ele era respondão, altivo e malcriado, pois ele incentiva a menina a sujar-se e quando ela se suja ele chama-a à atenção e diz que ela não devia estar a brincar com aquele vestido.

    Ex.5…elogiou carinhosamente o desenho como se fosse uma pintura.

    Ex.6 “O gato miou e roçou-se dengoso na perna do pintor.”


    2ªParte
    1.     1- Paleta – perfeito – pintalgar – pintar – pintor – pintura – poema – poesia.

    2.     Ex.2 
    Monossílabos
    Dissílabos
    Trissílabos
    Polissílabos
    Bem; meu
    Sombras; praia
    Amiga; caminhos
    Mercearia cabeleireiro

    Ex.3.
    Nomes Próprios
    Nomes comuns
    Nomes coletivos
    Maria
    Gato; árvore; miúdos; pintor; filha; colo; pintura; vestido; elogio
    Grupo; pomar

    Ex.4
    Chá – palavra aguda;
    Açúcar – palavra grave;
    Espírito- palavra esdrúxula;
    Pincéis – palavra aguda;
    Lápis – palavra grave.

    Ex.5
    Uma – deter. Artigo indefinido, feminino, singular;
    Um – deter. Art. Indefinido, masculino, singular;
    Seu – deter. Possessivo – 3ª pessoa do singular;
    A – deter. Art. Definido, feminino, singular.
    Ex.6
    a)     Esta/Essa/Aquela         b)um       c) a minha    d) a vossa   e) o seu

    Ex.7
    Aquele – Pronome demonstrativo;
    Eles /Eu  – Pronome Pessoal- Sujeito;
    Este – Pronome demonstrativo;
    Me / Lhe – pronome pessoal - Complemento InDireto;
    Meu – Pronome Possessivo

    Ex.8
    a)     Ninguém o encontrou;
    b)    O Pedro e a Ana viram-nos;
    c)     Telefonámos-lhes;
    d)    Oxalá tu o encontres;
    e)     Ofereceram-lho.

    Ex.9            a-3;       b-2;      c-1

    Ex.10 – chegados; numerosos; altos; verdes; ramalhudos

    Ex.11
    Grau Comp. De Superioridade: A Ana é mais alta do que tu.
    Grau Comp. De Igualdade: A Ana é tão alta como tu.
    Grau Comp. De Inferioridade: A Ana é menos alta do que tu.
    Grau Superl. Relativo de Superior. : A Ana é a mais alta (de todos).
    Grau Sup. Relativo de Inferir. : A Ana é a menos alta (de todos).
    Grau Superlativo Absoluto analítico: A Ana é muito alta.
    Grau Sup. Absoluto Sintético: A Ana é altíssima.

    Ex. 12
    Sujeito = A estação do inverno e o mau tempo…> Sujeito composto

    Ex.13
    Sujeito: Um raio;
    Predicado: cruza o ar
    Complemento Direto: o ar.

    Ex.14
    Sujeito: A professora
    Predicado: telefonou à mãe:

    Complemento Indireto: à mãe.

    segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

    Leitura de livro do PNL - Apresentação de trabalho


    Guião conto from Maria Barros

    Como já sabes, deverás fazer , em cada período lectivo, a leitura individual de um livro do PNL, ou de autor português que escreva livros aconselhados para a tua idade. Para isso e , com intenção de melhorar o teu trabalho, aqui junto um guião de leitura que deverás respeitar para organizares o teu trabalho.
    Obviamente , deverás incluir uma pequena biografia do/ a  autor / autora, mas a análise da obra lida deverá conter as informações sugeridas no guião. No ponto 5, alíneas b ) e c) poderás seleccionar um excerto do texto que lerás perante a turma e também um breve resumo do momento da narrativa de que mais gostaste.
    Para apresentar/partilhar o teu trabalho podes usar uma das seguintes ferramentas de apresentação:slideshare, powerpoint, popplet, prezi, ebook. ( "wordle" não me parece ser , neste caso, a ferramenta mais adequada )
    Se tiveres alguma dúvida, consulta a tua professora
    Bom trabalho!

     
    Caso queiras aprofundar conhecimentos, aprender como estudar sozinho, como organizar um trabalho e muito mais...clica na imagem acima. Vais deslumbrar-te !
     

    domingo, 1 de dezembro de 2013

    Ulisses



    Este guião de leitura, facultado por outra Escola Básica, vai permitir-te compreender melhor a obra que estás a ler e também sistematizar as informações nela contidas.
    Utiliza-o correctamente e verás como é útil ...
    Bom trabalho!



    Ulisses


    Clica na imagem para leres uma outra versão da história de Ulisses.
    Estou certa que vais gostar!

    quarta-feira, 27 de novembro de 2013

    Recursos de linguagem

    Nota: Para além dos recursos explicitados na tabela, há ainda outro que tu conheces. Aadjectivação ( uso abundante de adjectivos)

    sábado, 23 de novembro de 2013

    Funções Sintáticas - Esquema e Informação



    sexta-feira, 22 de novembro de 2013

    grupos sintáticos