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"Diz-me e eu esquecerei, ensina-me e eu lembrar-me-ei, envolve-me e eu aprenderei..." (provérbio árabe)
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Sabes qual é a diferença entre uma frase simples e uma frase complexa? E sabes quais são os processos que permitem articular frases simples e formar frases complexas? E qual a diferença entre orações coordenadas e subordinadas? Vamos descobrir juntos as respostas as estas perguntas!
Frase simples é uma frase que contém apenas um único verbo principal, logo, um sujeito e um predicado. Por exemplo:
(1) A secretária redigiu o relatório.
Frase complexa, por sua vez, é uma frase que contém mais do que um verbo principal, logo, duas ou mais frases simples articuladas entre si. A cada uma destas frases que compõem a frase complexa denominamos orações.
Oração é, portanto, cada uma das frases simples contidas numa frase complexa. Por exemplo:
(3) A secretária redigiu o relatório e apresentou-o ao diretor.
Esta frase decompõe-se em duas frases simples (ou orações) articuladas entre si:
1.ª oração – A secretária redigiu o relatório
2.ª oração – e apresentou-o ao diretor.
As frases complexas são formadas através de dois processos: coordenação e subordinação.
A coordenação e a subordinação são dois processos que permitem articular frases simples e formar frases complexas.
Classificação das orações coordenadas
As orações coordenadas são classificadas de acordo com as conjunções coordenativas que as introduzem e o valor semântico que se atribui à relação de coordenação. Podem ser: copulativas, adversativas, disjuntivas, explicativas e conclusivas.
Orações coordenadas copulativas – São orações unidas por uma ideia de adição, por intermédio de uma conjunção ou locução coordenativa copulativa (e, nem, não só…mas também, etc.):
As crianças foram ao cinema e comeram pipocas.
Orações coordenadas adversativas – São orações unidas por uma ideia de oposição, por intermédio de uma conjunção ou locução coordenativa adversativa (mas, porém, todavia, etc.):
As crianças foram ao cinema, mas não comeram pipocas.
Classificação das orações subordinadas
Como se referiu anteriormente, as orações subordinadas exercem uma função sintática relativamente às orações subordinantes. Tal função sintática pode ser a de sujeito, complemento direto, complemento indireto ou complemento preposicional.
Tendo em conta a natureza dessa função, podemos classificar as orações subordinadas em três tipos:
1. Orações subordinadas adverbiais
1. As orações subordinadas adverbiais desempenham a função típica dos advérbios (função de modificador verbal) e exprimem diferentes ideias — de tempo, de causa, de finalidade, de condição, de concessão, de consequência e de comparação. Subdividem-se em:
1.1. Orações subordinadas adverbiais temporais – São orações que exprimem uma ideia de tempo, por intermédio de uma conjunção ou locução subordinativa temporal (quando, antes de, depois de, sempre que, etc.):
Quando cheguei à sala, a reunião já tinha começado.
1.2. Orações subordinadas adverbiais causais – São orações que exprimem a causa da situação descrita na oração subordinante, por intermédio de uma conjunção causal (porque):
Faltei à reunião, porque saí muito tarde do trabalho.
in: https://ensina.rtp.pt/explicador/a-frase-complexa-oracoes-coordenadas-e-subordinadas/
Nas aulas de Português do 6.º ano resolvemos assinalar a data com a construção de um mural de frases de reflexão. O mote lançado foi “Todos temos direito a…”, desafiando os alunos a pensar em direitos essenciais como o amor, a proteção, a educação, a saúde e a felicidade.
Esta atividade ajudou a promover valores como o respeito, a empatia e a solidariedade, reforçando a importância de proteger a infância e de garantir que todas as crianças vivam com dignidade e segurança!
No passado dia 23, os alunos das turmas do 5.º ano e do 6.º B da Escola de São Bruno tiveram a oportunidade de assistir ao concerto multidisciplinar Missão: Democracia, no Centro Cultural de Belém. Este espetáculo, criado por Beatriz Pessoa no âmbito da parceria entre o Centro Cultural de Belém/Fábrica das Artes e a Assembleia da República, proporcionou uma experiência única que cruzou música, cidadania e participação ativa.
Antes do concerto, e também nas aulas de Português, os alunos já tinham tido a oportunidade de explorar este tema através da leitura e análise da obra Tu és livre, da coleção Missão: Democracia, o que contribuiu para uma compreensão mais aprofundada das ideias abordadas no espetáculo.
Inspirado nesta coleção, o concerto explorou diferentes estilos musicais para refletir sobre temas como a liberdade, o diálogo e a importância de ouvir o outro. As canções foram previamente partilhadas com o público, permitindo que, durante o espetáculo, os alunos integrassem o “Coro de Cidadãos”, transformando o teatro numa verdadeira assembleia musical.
Num ambiente dinâmico e participativo, música e público encontraram-se num espaço de partilha e reflexão, onde se destacou a importância do debate de ideias numa sociedade democrática. Esta atividade revelou-se muito enriquecedora para os alunos, não só pelo contacto com a criação artística, mas também pelo estímulo ao pensamento crítico e à participação cívica.
Aqui ficam alguns registos :)
👌😊

A designação Knolling, também conhecida por fotografia Flat Lay, tem sido utilizada para a apresentação de marcas e para a venda de produtos, através da criação de uma composição visualmente interessante. Os diferentes objetos apresentados são posicionados em ângulos de 90 graus e fotografados através de um ângulo picado extremo (a câmara está situada por cima do motivo que se pretende registar), habitualmente sobre um fundo de cor sólida, de modo a facilitar a leitura da imagem fotográfica.
Knolling é uma técnica fotográfica que implica alinhar os objetos para criar a imagem perfeita.
Esta é uma técnica bastante utilizada nas redes sociais porque a imagem:
Depois desta explicação, surge o DESAFIO: para a apresentação oral deste mês os meus queridos alunos terão que fazer um Knolling Literário: a apresentação de um livro, acompanhado por objetos que representem o essencial da história, e que acabarão por se traduzir numa sinopse visual.
A atividade passo a passo
Para responder a esta atividade, tens de:
Dicas & truques
Para ajudar a fazer a composição dos objetos, os alunos podem visualizar o vídeo seguinte:
A Semana da Leitura é uma iniciativa do Plano Nacional de Leitura 2027, desenvolvida em parceria com a Rede de Bibliotecas Escolares e a Direção-Geral do Livro, Arquivos e Bibliotecas. Tem como principal objetivo promover o gosto pela leitura, através da realização de diversas atividades que aproximam os leitores dos livros, em diferentes contextos, como a sala de aula, as bibliotecas escolares e públicas, entre outros espaços da comunidade.
Neste âmbito, também participámos nesta comemoração e tivemos a oportunidade de receber uma Encarregada de Educação do 5ºC, que nos presenteou com a leitura do livro "No Reino da Abecelândia", de Daniel Completo. Após um momento de leitura expressiva partilhado entre mãe e filha, os alunos participaram numa atividade criativa e divertida: ouviram a descrição física, em forma de poema, da princesa Mariana (a “menina feia”) e ilustraram-na; posteriormente, escreveram a descrição física do Pastor Pedro para que os colegas o pudessem desenhar. Surgiram resultados muito interessantes, revelando grande criatividade e imaginação por parte dos alunos. Muito
Obrigada à Leonor e à sua mãe :)
Escuto e esqueço; vejo e recordo; faço e entendo.
(Tao Te King)
Quando apontares um dedo, lembra-te de que há três dedos virados para ti. (Provérbio inglês)