Sejam todos muito bem-vindos! Depois de um ano de sucesso é chegada a hora de "mimar" o nosso blogue alterando-lhe o visual... ;) Alteram-se umas coisas, mas continua-se a apostar no mais importante: Partilha, Estudo e Brincadeira... para que possamos aprender sempre um pouco mais! Portanto mãos à obra, pois "Saber é Poder"!!! ;) Hugs and Kisses
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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

DATAS IMPORTANTES!!!! - 6ºC

Não esquecer - 6ºC:


1- Apresentação dos trabalhos de Português e Inglês - de 24 a 31 de março;
2- Teste de compreensão literária - dia 3 de março (30minutos);
3- Teste de gramática - dia 6 de março (30 minutos);
4- Teste de Interpretação do oral - dia 6 de março (15 minutos)

Inglês:
5- Teste Reading comprehension - dia 7 de março;
6- Teste de grammar - dia 14 de março;
7- Teste de Listening - dia 21 de março.

Resumo coletivo - "Ali Babá e os quarenta ladrões" -6C

Caríssimos,
cá fica o resumo feito na aula (mas ainda incompleto) da obra "Ali Babá e os quarenta ladrões".



Há muito, muito tempo numa cidade para os lados do Oriente, vivia Ali Babá, um modesto lenhador, que ganhava a vida a  vender lenha.
Certa manhã, como em todas as outras manhãs, andava a cortar lenha nas montanhas, quando avistou uma nuvem de poeira. Aproximava-se uma caravana de quarenta ladrões carregados com grandes caixas, que as puseram no chão ao chegarem junto a uma rocha.
Então, espantadíssimo, Ali Babá viu o chefe aproximar-se da parede rochosa e gritar:
- Abre-te Sésamo!
Como que por milagre abriu-se uma grande fenda na rocha e apareceu uma enorme gruta, no interior da qual os homens depositaram as caixas e saíram.
- Fecha-te Sésamo!- gritou o chefe.
        A parede voltou a fechar-se e foram-se embora.
Quando Ali Babá viu que os homens já iam longe – depois de confirmar que tinham saído todos, correu para a grande rocha e gritou:
- Abre-te Sésamo!
Entrou na gruta e viu, espantado, que ela albergava um precioso tesouro, proveniente dos roubos que os homens vinham praticando nas cidades da região. Então carregou o que pode num saco, que colocou na sua mula e voltou para casa.
Quando chegou a casa a sua mulher – Feiruz - desconfiada questionou-o sobre a origem daquele dinheiro. Ali Babá contou-lhe. Esta sugeriu que fossem a casa de Qassem, irmão mais velho de Ali Babá pedir uma vasilha para contar todo aquele dinheiro.
Foi Xainaz – mulher de Qassem- quem lhe entregou a vasilha e quem a recebeu, percebendo que tinha ficado uma moeda presa no fundo da vasilha, resolveu contar ao marido o que se passava.
Qassem foi pedir satisfações a Ali Babá e este pedindo segredo contou tudo ao seu irmão.
Como era muito ambicioso, resolveu sozinho – sem contar a ninguém- ir até à gruta com seis mulas para carregar todas as riquezas que conseguisse. Entrou na gruta e carregou tudo o que conseguiu, mas com tanta riqueza esqueceu-se da palavra mágica e ficou preso na gruta.
Quando chegaram os ladrões e viram as mulas à porta estranharam. Entraram na gruta e viram Qassem, sem o deixar falar decapitaram-no e ficaram preocupados com o facto de alguém saber a palavra mágica para entrar.
Foram-se embora e deixaram na gruta o corpo.
A mulher de Qassem estranhando a sua ausência foi falar com Ali Babá. Este foi até à gruta e encontrou o seu irmão decapitado. Levou-o às escondidas para sua casa e resolveram disfarçar o sucedido.
Pensaram e resolveram pedir a colaboração de Morjana, a jovem empregada escrava, para que todos pensassem que Qassem tinha morrido na sua cama. Esta foi ao boticário durante três dias pedir um medicamento que se costuma dar às pessoas atingidas pela fraqueza e ao terceiro dia todos já sabiam que Qassem tinha morrido, devido aos choros vindos da sua casa.
Nessa mesma noite, Morjana foi ter com um sapateiro a quem pagou com moedas de ouro, para que cozesse a cabeça de Qassem ao seu corpo, mas em segredo. Levou-o de olhos vendados até ao quarto de Qassem, para que ele não soubesse onde estava.
Foi feito o funeral a Qassem.
Ali Babá resolveu casar com a mulher de Qassem – Xainaz - e ir viver com a sua primeira mulher e filhos para a  casa de Xainaz, pois era maior. O filho mais velho de Ali Babá – Nuredine -ficou com a loja de Qassem.
Porém, quando os ladrões regressaram à gruta e viram que o corpo de Qassem já não se encontrava na gruta, logo pensaram numa maneira de  apanharem quem o tinha ido lá buscar e sabia a palavra mágica da gruta. 
Um dos ladrões, vestido de mercador, conseguiu descobrir – com a ajuda do sapateiro – a casa de Qassem, marcou-a com uma cruz de giz e foi contar aos restantes ladrões.
Mas Morjana ao ver a cruz na casa desconfiou e resolveu baralhar quem a tinha feito, colocando várias cruzes nas casas mais próximas da sua.
Todos os ladrões desceram à cidade com armas para matar Ali Babá, mas quando lá chegaram confrontaram-se com a dúvida de qual seria a casa.
O chefe dos ladrões resolveu ir ter com o sapateiro e depois de este o conduzir até à casa de Ali Babá guardou na sua memória todos os pormenores para não se voltar a enganar e regressou à caverna.
Combinou com os restantes ladrões percorrerem os mercados nos dias seguintes e pediu que comprassem 20 mulas e 40 vasilhas, para que se conseguissem meter dentro delas.








segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Ali Babá e os quarenta ladrões pdf


Para conseguirem ler a obra cliquem na imagem!
(in: http://docslide.com.br/documents/ali-baba-e-os-40-ladroes-antonio-pescadapdf.html)



segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Frase Ativa e Frase Passiva

As frases podem ser ativas ou passivas, tendo em conta a forma como são construídas.

Frase ativa:

Ex.: O Pedro viu um OVNI. ➜ Frase ativa, constituída por sujeito, verbo (na ativa) e complemento direto.

Frase Passiva:
Ex.:  Um OVNI foi visto pelo Pedro. ➜ Frase passiva, constituída por sujeito, verbo (na passiva) e complemento agente da passiva.

É necessário ter em consideração três aspetos na passagem de uma frase ativa para uma passiva:

1. Só é possível a transformação de frases com verbos transitivos.
Ex.:
Ele deu uma lembrança ao ET. Uma lembrança foi dada ao ET por ele.
A Ana considera o ET atencioso. O ET é considerado atencioso pela Ana.

2. Na frase passiva, o complexo verbal é constituído pelo verbo auxiliar ser (no tempo e no modo do verbo da frase ativa) e pelo verbo principal no particípio passado (concordando com o novo sujeito).
Ex.:
 O planeta Terra foi visitado pelo extraterrestre.
(Verbo auxiliar ser + verbo principal, no particípio passado,
masculino, singular, pois concorda com o sujeito (O planeta Terra).

3. Na transformação de uma frase ativa em frase passiva, o sujeito e o complemento direto da frase ativa passam a complemento agente da passiva e a sujeito da frase passiva, respetivamente.
Ex.: O extraterrestre visitou o planeta Terra.
           [Sujeito]                                        [Complemento direto]

O planeta Terra foi visitado pelo extraterrestre.
[Sujeito]                                                  [Complemento agente da passiva]

Notas:

a. O complemento agente da passiva é, geralmente, regido pela preposição por ou pela contração desta com o artigo definido: pelo, pela, pelos, pelas.
Ex.: A Mariana foi visitada pelo alienígena.
b. O particípio passado é uma forma verbal não finita; muitos verbos têm duas formas de particípio:
     • utiliza-se a forma regular (ou fraca) com os verbos ter e haver;
     • utiliza-se a forma irregular (ou forte) com os verbos ser e estar.



quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

texto narrativo

Texto Narrativo

O texto narrativo (ou narrativa) é um texto do qual fazem parte acções e descrições onde é contada uma história. Este tipo de texto é geralmente organizado em três partes: introdução, desenvolvimento e conclusão.

Acção

A acção do texto narrativo pode-se localizar tanto no espaço (onde) como no tempo (quando).

Autor

O autor é quem imagina e escreve a narrativa.

Narrador

O narrador é quem conta a história e pode ser participante (se participa na história como personagem), ou não participante (se apenas conta a história sem fazer parte das personagens).

Personagens

As personagens são seres imaginários criados pelo autor e é através deles que decorre a acção. Pode existir um personagem principal ou mais que um numa história, assim como as personagens secundárias.

Retrato

O retrato é realizado pelo autor para dar a conhecer os personagens aos leitores. O retrato dos personagens pode ser realizado através de características físicas ou psicológicas das personagens.

Recursos expressivos

Para dar uma maior expressividade ao texto, os autores utilizam certos processos designados por recursos expressivos. Os mais importantes são:
Onomatopeias – Quando são utilizadas palavras que procuram imitar sons ou ruídos. Ex: ão, ão; bum!.
Adjectivação – Quando se utilizam adjectivos para descrever personagens, paisagens, situações, etc… Ex: A menina bonita de ténis amarelos e pesados, naquele dia quente e alegre…
Aliteração - Quando se repete o mesmo som. Ex: O rato roeu a rolha da garrafa do rei da Rússia.
Repetição – Quando se repete a mesma palavra ou palavras. Ex: Tu és bela, ela é bela, a lua é bela nós somos belos.
Personificação – Quando se atribuem características humanas a objectos ou a animais. Ex: A lua parou e chorou a noite inteira.
Comparação – Quando se compara uma coisa a algo semelhante ou igual. Ex: Alegre como um pardalinho atrás do pão.

Complemento Oblíquo / Modificador

Como proceder para que esta diferença seja clara?

Em primeiro lugar, associar a ideia de complemento à ideia de obrigatoriedade de colocação na frase e a de modificador à de colocação facultativa, como acontece nos exemplos 1) 2):

1) O João foi a Lisboa.
2) O João trabalha em Lisboa

Como se verifica, a frase1) ficaria sem sentido se lhe retirássemos o segmento sublinhado, pelo que a sua presença é obrigatória. Já na frase 2), o segmento sublinhado apenas acrescenta uma informação que, embora completando o sentido da frase, não lhe é de todo indispensável, pelo que pode ser considerada acessória.

Em segundo lugar, mostrar que o verbo que solicita a presença de um complemento oblíquo exige vir acompanhado de preposição (quando a função é exercida por um GPrepou de um advérbio(quando a função é exercida por um GAdv), como se pode ver nos exemplos 3) e 4), o que não acontece com os modificadores, como se observa nas frases 5) e 6):

3) O João gosta da Maria. [o verbo «gostar» exige a utilização da preposição «de», (aqui contraída com o determinante «a»)]
4) Ele mora ali. [sem o advérbio locativo, a frase fica sem sentido]
5) Eles estudam de manhã. [o verbo estudar não selecciona preposição]
6) Eles almoçam ali. [o verbo almoçar não selecciona advérbio para lhe completar obrigatoriamente o sentido]



Esta actividade de contraste será ainda mais bem sucedida se previamente o professor tiver definido o descritor de desempenho associado a estes conteúdos, de forma a certificar-se que foram adequadamente interiorizados.

A consciência da diferença entre complemento e modificador (e entre complementos e entre modificadores) é muito importante, visto que ajuda os alunos a distinguir o essencial do acessório e, no plano textual, por exemplo, também lhes permite mais facilmente separar a informação obrigatória da circunstancial, o que é fundamental para produzir, resumir ou sintetizar melhor um texto.


Nota :          Clica     para fazeres exercícios de  aplicação. Bom trabalho ....







Clica na imagem para aumentares o seu tamanho.

Faz aqui uma consolidação dos conhecimentos adquiridos.

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

A carta


A carta


Objetivos 
Uma carta pode ser escrita, entre outros, com o objetivo de comunicar com amigos e/ou familiares, contar experiências vividas, fazer um convite, dar ou pedir informações, estabelecer contactos comerciais e/ou profissionais ou fazer uma reclamação.

Estrutura
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https://images-blogger-opensocial.googleusercontent.com/gadgets/proxy?url=http%3A%2F%2Fbrip.escolavirtual.pt%2Ffiles%2Flessons%2Fimport_141106_122006%2Fma_7por%2F7por_47%2Fresources%2F5629437626286080.png&container=blogger&gadget=a&rewriteMime=image%2F* saudação e denominação do destinatário;
https://images-blogger-opensocial.googleusercontent.com/gadgets/proxy?url=http%3A%2F%2Fbrip.escolavirtual.pt%2Ffiles%2Flessons%2Fimport_141106_122006%2Fma_7por%2F7por_47%2Fresources%2F5629437626286080.png&container=blogger&gadget=a&rewriteMime=image%2F* corpo da carta ou texto;
https://images-blogger-opensocial.googleusercontent.com/gadgets/proxy?url=http%3A%2F%2Fbrip.escolavirtual.pt%2Ffiles%2Flessons%2Fimport_141106_122006%2Fma_7por%2F7por_47%2Fresources%2F5629437626286080.png&container=blogger&gadget=a&rewriteMime=image%2F* despedida;
https://images-blogger-opensocial.googleusercontent.com/gadgets/proxy?url=http%3A%2F%2Fbrip.escolavirtual.pt%2Ffiles%2Flessons%2Fimport_141106_122006%2Fma_7por%2F7por_47%2Fresources%2F5629437626286080.png&container=blogger&gadget=a&rewriteMime=image%2F* assinatura do remetente;
https://images-blogger-opensocial.googleusercontent.com/gadgets/proxy?url=http%3A%2F%2Fbrip.escolavirtual.pt%2Ffiles%2Flessons%2Fimport_141106_122006%2Fma_7por%2F7por_47%2Fresources%2F5629437626286080.png&container=blogger&gadget=a&rewriteMime=image%2F* P.S. - post scriptum (opcional).

Tipos de carta
https://images-blogger-opensocial.googleusercontent.com/gadgets/proxy?url=http%3A%2F%2Fbrip.escolavirtual.pt%2Ffiles%2Flessons%2Fimport_141106_122006%2Fma_7por%2F7por_47%2Fresources%2F5629437626286080.png&container=blogger&gadget=a&rewriteMime=image%2F* a carta pode ser pessoal ou formal consoante a sua finalidade. A linguagem utilizada depende do grau de intimidade entre o remetente e o destinatário;
https://images-blogger-opensocial.googleusercontent.com/gadgets/proxy?url=http%3A%2F%2Fbrip.escolavirtual.pt%2Ffiles%2Flessons%2Fimport_141106_122006%2Fma_7por%2F7por_47%2Fresources%2F5629437626286080.png&container=blogger&gadget=a&rewriteMime=image%2F* na carta formal, recorre-se a um registo de língua cuidado;
https://images-blogger-opensocial.googleusercontent.com/gadgets/proxy?url=http%3A%2F%2Fbrip.escolavirtual.pt%2Ffiles%2Flessons%2Fimport_141106_122006%2Fma_7por%2F7por_47%2Fresources%2F5629437626286080.png&container=blogger&gadget=a&rewriteMime=image%2F* na carta pessoal, é mais frequente utilizar-se um registo de língua corrente e familiar; o discurso, feito na 1.ª pessoa, contém marcas das emoções e opiniões do emissor.


Resumo (básico)

O Resumo é reduzir as partes mais importantes de um texto, usando palavras claras e precisas. Partindo do texto a resumir, deve proceder-se da seguinte forma:
  • Compreender o texto original – preparar o resumo
  • Ler atentamente e sublinhar as ideias principais do texto;
  • Identificar as partes que o configuram;
  • Determinar as relações entre as diferentes ideias (causas, consequências…), e anotar, de forma sintética, a informação principal de cada parágrafo.
  • Construir um novo texto – redigir o resumo
  • Selecionar as ideias ou factos essenciais do texto original que farão parte do resumo;
  • Suprimir as palavras ou frases que refiram pormenores secundários: comentários, exemplos, citações, expressões e frases redundantes;
  • Substituir partes do texto original por frases que tornem mais económica a expressão, reduzindo as orações subordinadas a nomes, adjetivos, etc.;
  • Redigir o resumo, respeitando as seguintes regras:
  • Respeitar a ordem das ideias pela qual são apresentadas no texto original;
  • Não usar o discurso direto;
  • Manter os tempos e as pessoas do texto original;
  • Respeitar o número de palavras proposto ou apontar para cerca de ¼ do texto original;
  • Transformar frases simples em complexas ou substituir um conjunto de frases por uma só que as inclua.

retrato

MODELOS DE

ESCRITA- Retrato

Que vocabulário é necessário para fazer o retrato de alguém?

ASPETO FÍSICO

O rosto e a cabeça - arredondado, oval, magro, cheio, fino, longo; corado, pálido, macilento
Os olhos - amendoados, redondos, rasgados, pequenos, grandes;
azuis, verdes, castanhos, pretos…
As pestanas - longas, curtas, escuras, claras, reviradas
As sobrancelhas - finas, grossas, castanhas, loiras, pretas …
A boca - grande, pequena; lábios grossos ou finos; dentes brancos, grandes, finos
O bigode e a barba – ruiva, castanha, farta; curta…
O cabelo - negro, louro, castanho, ruivo; curto, longo, encaracolado, liso; penteado, desalinhado

O corpo

üO pescoço
üOs ombros
üO tronco
üOs braços
üAs mãos
üAs pernas
üOs pés



Como se organiza o retrato de alguém?

Podemos começar por dar os aspetos gerais e depois os pormenores. Ou o contrário… Mas, devemos seguir uma ordem lógica.
Não assim:
O homem tinha cabelo e barba desalinhados e compridos, amarelados. Calçava umas botas enormes.
Os olhos eram demasiado pequenos para o seu rosto. As mãos eram fortes. O seu rosto era largo.
Tinha pescoço e ombros largos. Os dedos eram muito grossos. A boca mal se via, por causa da barba. Era um homem com uns olhos estranhos. Segurava num cajado com a mão esquerda.
Toda a sua figura causava medo! Os seus cabelos compridos e desalinhados eram da cor da barba. Os olhos eram azuis.
Era um homem muito alto. As sobrancelhas eram grossas e um pouco mais escuras do que o cabelo e a barba.”



Mas assim, por exemplo:
“Era um homem muito alto.
O seu rosto era largo. Tinha cabelo e barba desalinhados e compridos, amarelados, e a sua boca mal se via. Os seus olhos azuis eram demasiado pequenos para o rosto. Era um homem com uns olhos estranhos. As sobrancelhas eram grossas e um pouco mais escuras do que o cabelo e a barba.
Tinha pescoço e ombros largos. As mãos eram fortes, com uns dedos muito grossos. Segurava um cajado com a mão esquerda e calçava umas botas enormes.
Toda a sua figura causava medo!”






Como posso usar os adjetivos para compor o retrato?

Posso usar adjetivos em série:
Os seus olhos eram pequenos, azuis e estranhos.
Posso usar adjetivos em diferentes graus:
Os seus olhos eram mínimos, muitos azuis e os mais estranhos que já vi.



Para além dos adjetivos, que recursos posso usar para compor um retrato?

Posso exagerar:
Era o homem mais alto do mundo!
Posso fazer uma comparação inesperada:
As mãos, de tão fortes, eram como duas garras.
Posso criar listas de palavras, de forma a causar maior impressão:
Toda a sua figura causava medo: o tamanho, as mãos, o cabelo, a barba, e sobretudo os olhos.