Sejam todos muito bem-vindos! Depois de um ano de sucesso é chegada a hora de "mimar" o nosso blogue alterando-lhe o visual... ;) Alteram-se umas coisas, mas continua-se a apostar no mais importante: Partilha, Estudo e Brincadeira... para que possamos aprender sempre um pouco mais! Portanto mãos à obra, pois "Saber é Poder"!!! ;) Hugs and Kisses
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sexta-feira, 6 de junho de 2014

guiao para dramatização

MODELOS DE

ESCRITA- Guião para dramatização


1. Por onde começar?
Antes de mais, devo definir os elementos do meu guião. Posso partir de uma história que já conheço ou que me é contada pelo professor. Também posso criar uma história totalmente nova.
 
Quantas personagens tem a história?
Que características têm as personagens?
Como são fisicamente?
Qual é o seu estado de espírito?
Em que espaço(s) se passa a ação?
O que vai acontecer?
A ação passa-se de noite, de dia, no verão, no inverno…?
Quanto tempo dura?




2. O que devo escrever nas indicações cénicas iniciais?
Antes de escrever as falas das personagens, posso definir vários elementos nas indicações cénicas iniciais.
Essas informações aparecem destacadas em itálico ou em negrito e podem indicar, por exemplo:

O tempo
Fim de tarde de Outono.
 
As personagens em cena
Uma família de quatro elementos: mãe, pai, filho, filha.
O espaço e os elementos do cenário
Uma enorme sala de jantar, com uma mesa
grande, preparada para uma refeição.



 
3. Como devo assinalar as falas das personagens e as indicações cénicas que as acompanham?
Antes de escrever a fala de uma personagem, devo identificá-la:
Mãe – Já é tarde. Devíamos começar a jantar.

Posso sempre colocar informações cénicas numa fala, ou entre as falas das personagens:

Pai(Inquieto, a andar de um lado para o outro) Tens razão. Mas algo me diz para esperarmos mais um pouco.

(A mãe levanta-se do sofá e olha para as crianças que brincam junto à lareira.)





4. Que recursos posso usar para tornar as falas mais vivas e reais?

Posso usar repetições:
Mãe – Mas… mas passa-se algo?
Posso usar vários tipos de frase:
Pai – Não sei. Sinto que está para acontecer alguma coisa de especial! Não sentes nada?
Posso usar interjeições e onomatopeias:
Mãe – Credo! Dizes cada coisa!
Posso criar um ambiente de mistério:
(Vindo de fora, começa a ouvir-se um estranho barulho cada vez mais intenso.)






 5. No final, como posso verificar o meu texto?

Quando acabar, não me posso esquecer de verificar
- se as falas e as indicações cénicas estão bem assinaladas;
- se o texto é fácil de compreender;
- se o texto faz sentido;
- se a linguagem é a mais adequada;
- se a pontuação está corretamente assinalada;
- se a ortografia está correta.



quinta-feira, 5 de junho de 2014

livro mágico - A vida mágica da sementinha

livro digital ->     




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A Vida Mágica da Sementinha, de Alves Redol


Texto clássico da literatura portuguesa para a infância, esta história do trigo, da autoria de Alves Redol, constitui uma referência obrigatória pela forma como o autor, num discurso aparentemente simples e acessível, cruza uma multiplicidade de temas e apela a uma distribuição mais justa da riqueza. A pequena sementinha que protagoniza a narrativa, tal qual uma heroína de um conto de fadas, vive muitas aventuras até se transformar em planta e, novamente, em grão. Entre o espanto e o receio, são muitas as surpresas que a sua vida lhe reserva, pormenorizadamente descritas, desde que o semeador a retira da arca onde estava guardada com outras companheiras.
Mesmo antes de cair na terra, o seu destino leva-a a ser roubada por um rouxinol cantor, por quem se apaixona, e depois por um pardal faminto que a tenta devorar, quase interrompendo o ciclo de vida que a aguarda. O seu carácter especial, capaz de amadurecer antes de todas as outras sementes, impede-a de se transformar em farinha e depois em pão, como acontece com outras sementes com quem partilha da terra, e em alimento, matando a fome aos trabalhadores que, árdua e alegremente, cuidam dos campos. Em vez disso, será alvo de estudos e de experiências, num elogio da ciência e das suas capacidades que o autor reserva para o final da narrativa, manifestando nela a sua esperança do fim da fome através da abundância de farinha.
Em alguns momentos, também em resultado da proximidade temporal e ideológica dos seus autores, podem ser estabelecidas pertinentes analogias quer com A Menina Gotinha de Água (1963), quer com O Cavalo das Sete Cores (1977), ambas obras de Papiniano Carlos, não só pela sugestão enérgica que caracteriza os textos, assumidamente dinâmicos, plenos de vida a brotar de forma quase pujante, mas também pelo modo, quase ingénuo para o leitor contemporâneo, como revelam uma esperança ilimitada na ciência, espécie de panaceia universal para os males do mundo.
Combinando poesia e ciência, a obra recria o ciclo do grão de trigo, sem esquecer de narrar a sua história desde as origens mais remotas, dando conta do seu relevo na alimentação humana, mas também do seu contributo para a evolução da humanidade. Ao leitor adulto não escaparão, ainda, as alusões mais ou menos explícitas à realidade social e económica contemporânea da escrita do texto, como é o caso da menção à fome e às duras condições de vida dos trabalhadores agrícolas, dependentes de contingências climáticas.  

Ficha bibliográfica

A Vida Mágica da Sementinha
texto de Alves Redol
8ª edição, Lisboa: Caminho, 2008 (1ª edição de 1956)
ISBN: 978-972-21-0892-8



in: http://www.casadaleitura.org/portalbeta/bo/portal.pl?pag=sol_lm_fichaLivro&id=1769
http://ainocenciarecompensada.blogspot.pt/2009/05/vida-magica-da-sementinha-de-alves.html
http://www.passeidireto.com/arquivo/1769433/a-obra-de-alves-redol-para-criancas/33

interpretação do texto "O principe nabo"


1-
a)  espaço: No castelo , na sala do trono;
b) personagens: Aurora, Lucas, Carolina, Cozinheiro e Marechal da corte;
c) personagens ausentes: rei, a princesa e os pretendentes.

2-
a) cenário: toda a indicação cénica inicial;
b) comportamento: "Ri-se"; "A lamber os beiços";
c) entrada de uma personagem: "Aparece o cozinheiro".

3- O assunto era sobre as dificuldades em encontrar um príncipe para casar
 com a princesa Beatriz, porque ela rejeitava todos os pretendentes.

4- A recomendação do rei, segundo Aurora, era de que não se devia
"perder os momentos históricos".

4.1- Aurora lembra-se dessa recomendação, porque poderia estar prestes a ser
escolhido o príncipe consorte que iria casar com a princesa.

5- Aurora fala no príncipe "Consorte" (casado com a futura rainha), enquanto
 que Carolina brinca e diz que será um príncipe "com sorte".

6- Carolina suspirou porque a princesa tinha muitos pretendentes e ela não
 tinha ninguém.

7- caprichosa, exigente e presunçosa.

8- O Marechal entrou a dar ordens e a inspecionar o trabalho.
8.1- O MArechal era um guloso.

9-
a) O rei ficava furioso;
b) O Marechal ficava sem jantar e tinha que ir consolar o rei.

9.1- O Marechal informa que só havia 3 pretendentes.
9.2- Sim, porque sendo a princesa tão exigente, quanto menor é o número
de pretendentes, menor é a probabilidade de ela escolher um marido.

Leitura digital - O principe nabo




retirado do blogue: http://bibliotecamemramires.blogspot.pt/p/textos-dispersos.html

segunda-feira, 2 de junho de 2014

A verdadeira história da Batalha de São Mamede


Clica no link para veres um vídeo sobre o tema: http://ensina.rtp.pt/artigo/batalha-de-s-mamede/



3- Espaço: Palácio de Dona Teresa em Guimarães    - Tempo: Inverno;

4- Segundo o pregoeiro Afonsinho era: terrível, incrível e irascível. Era desobediente e recusava-se a comer a sopa.

5- Dona Teresa procura impor a sua autoridade, dizendo que não tolera a desobediência e ameaça-o com guerra.

5.1 O bispo repreendeu Afonsinho.
5.2 O bispo diz que o seu comportamento se deve  ao facto de ler livros pouco aconselháveis.

6 a) dependência      b) ignorância
6.1) Quer continuar a apresentar o seu protesto com os termos exatos, mas como é uma criança, não os conhece bem e engana-se.

7. Exemplos de indicações cénicas:
Entrada , saída, movimentos em palco das personagens: "os dois criados saem e entram depois"; "Egas Moniz sai para chamar o Bispo"
Gestos e atitudes: "cruza os braços em  atitude de birra"; "encolhendo os ombros"
Guarda-roupa: "O bispo de mitra e báculo"
Adereços e elementos do cenário: "trazendo uma terrina com uma enorme colher que põem sobre a mesa"
 8. O facto cómico é por D. Afonso Henriques não querer comer a sopa. Aqui é reinventado o motivo pelo qual ele combateu as forças de D. Teresa, sua mãe. Também é cómico o uso do adjectivo: "verdadeira" no titulo.