Sejam todos muito bem-vindos! Depois de um ano de sucesso é chegada a hora de "mimar" o nosso blogue alterando-lhe o visual... ;) Alteram-se umas coisas, mas continua-se a apostar no mais importante: Partilha, Estudo e Brincadeira... para que possamos aprender sempre um pouco mais! Portanto mãos à obra, pois "Saber é Poder"!!! ;) Hugs and Kisses
RSS

terça-feira, 21 de outubro de 2014

TPC - 21/ 10/ 2014

Para os meus meninos do 6ºB da escola de Felgueiras:

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Sejam ...

Este ano, após longa espera, lá fui colocada no Agrupamento de Escolas de Felgueiras...

Pois, as coisas mudaram um bocado grande :) vim para o Norte e por um mês (coisa que nunca me tinha acontecido em tantos anos de trabalho!)!!!!
"Quem corre por gosto não cansa..."
Bjnhs a todos e continuem por cá... ;)

sábado, 18 de outubro de 2014

Pronomes

Os pronomes pertencem a uma classe fechada de palavras e podem:

1- substituir grupos nominais; 
 Ex.: Consultei o dicionário. Consultei-o.
2- assumir diversas funções sintáticas;
- Sujeito Ex.: Eu vou ao cinema.
- Complemento direto Ex.: Consultei-o.
- Complemento indireto Ex.: Oferece-lhe um presente.
- Complemento oblíquo Ex.: Preciso disso para trabalhar.
- Complemento agente da passiva Ex.: O João foi entrevistado por ela.
- Predicativo do sujeito Ex.: Os alunos estiveram contigo?
- Modificador Ex.: Vem ao cinema connosco.
3- ser invariáveis;
Ex.: Não digas isso. Ninguém gosta de ouvir o que dizes.
4 - variar em pessoa, género e número;
 Ex.: Nós gostamos de cães, ele prefere gatos, mas elas não querem animais em casa...
5- ou variar apenas em género e número.
Ex.: Os meus alunos leem bastante: este gosta de poesia, estas adoram contos, aquela devora romances e aqueles preferem jornais e revistas.


Os pronomes são palavras que substituem nomes ou grupos nominais, evitando a repetição de elementos na frase.
Pertencem a uma classe fechada de palavras, ou seja, trata-se de uma classe com um número limitado e estável de elementos.
Os pronomes organizam-se em várias subclasses, entre as quais os pronomes pessoais, possessivos, demonstrativos, indefinidos, relativos e interrogativos.

1- Pronomes pessoais
Referem-se aos agentes ou entidades que intervêm no discurso. Podem variar em pessoa, género e número, mas também em caso (conforme a função sintática que desempenham na frase).

Exemplos: Eu simpatizo contigo. A mim, disse-me que ia às compras com ela. O vidro foi partido por ti, portanto tens de o pagar. As crianças ficam connosco durante as férias.

2- Pronomes possessivos
 São normalmente antecedidos de artigo definido e substituem nomes, estabelecendo uma relação de posse entre possuidor e possuído. Os pronomes possessivos variam em pessoa, género e número.
Exemplos: Encontrei os nossos livros e os vossos. Estas canetas que estão aqui são tuas?

3- Pronomes demonstrativos
 Indicam a localização dos nomes que substituem em relação às pessoas da enunciação. Podem ser invariáveis ou variáveis (em género e número).
Exemplos: Estas flores são muito lindas, mas aquelas não. Isso é muito caro. P

4-  Pronomes indefinidos
Exprimem um valor não definido e não específico em relação aos nomes que substituem. Podem ser invariáveis ou variáveis (em género e número).

Exemplos: Ninguém foi à festa. Alguns foram à festa.

5- Pronomes relativos
 Podem ser variáveis ou invariáveis e remetem para os nomes ou grupos nominais que substituem – os antecedentes, geralmente colocados antes do pronome.
Mas os pronomes relativos também podem não ter antecedente.

Exemplos: Estas ocorrências, as quais já nos tinham sido reportadas, repetiram-se na semana passada. Quem me disse que passavas por cá foi o meu irmão. O romance que li cativou-me desde a primeira página.

5-  Pronomes interrogativos
Introduzem frases interrogativas parciais diretas ou indiretas, identificando o constituinte interrogado. Podem ser invariáveis ou variáveis (em género e número).
 Exemplos: O que fez ela? Ela foi à janela e perguntou quem era.

sexta-feira, 6 de junho de 2014

guiao para dramatização

MODELOS DE

ESCRITA- Guião para dramatização


1. Por onde começar?
Antes de mais, devo definir os elementos do meu guião. Posso partir de uma história que já conheço ou que me é contada pelo professor. Também posso criar uma história totalmente nova.
 
Quantas personagens tem a história?
Que características têm as personagens?
Como são fisicamente?
Qual é o seu estado de espírito?
Em que espaço(s) se passa a ação?
O que vai acontecer?
A ação passa-se de noite, de dia, no verão, no inverno…?
Quanto tempo dura?




2. O que devo escrever nas indicações cénicas iniciais?
Antes de escrever as falas das personagens, posso definir vários elementos nas indicações cénicas iniciais.
Essas informações aparecem destacadas em itálico ou em negrito e podem indicar, por exemplo:

O tempo
Fim de tarde de Outono.
 
As personagens em cena
Uma família de quatro elementos: mãe, pai, filho, filha.
O espaço e os elementos do cenário
Uma enorme sala de jantar, com uma mesa
grande, preparada para uma refeição.



 
3. Como devo assinalar as falas das personagens e as indicações cénicas que as acompanham?
Antes de escrever a fala de uma personagem, devo identificá-la:
Mãe – Já é tarde. Devíamos começar a jantar.

Posso sempre colocar informações cénicas numa fala, ou entre as falas das personagens:

Pai(Inquieto, a andar de um lado para o outro) Tens razão. Mas algo me diz para esperarmos mais um pouco.

(A mãe levanta-se do sofá e olha para as crianças que brincam junto à lareira.)





4. Que recursos posso usar para tornar as falas mais vivas e reais?

Posso usar repetições:
Mãe – Mas… mas passa-se algo?
Posso usar vários tipos de frase:
Pai – Não sei. Sinto que está para acontecer alguma coisa de especial! Não sentes nada?
Posso usar interjeições e onomatopeias:
Mãe – Credo! Dizes cada coisa!
Posso criar um ambiente de mistério:
(Vindo de fora, começa a ouvir-se um estranho barulho cada vez mais intenso.)






 5. No final, como posso verificar o meu texto?

Quando acabar, não me posso esquecer de verificar
- se as falas e as indicações cénicas estão bem assinaladas;
- se o texto é fácil de compreender;
- se o texto faz sentido;
- se a linguagem é a mais adequada;
- se a pontuação está corretamente assinalada;
- se a ortografia está correta.



quinta-feira, 5 de junho de 2014

livro mágico - A vida mágica da sementinha

livro digital ->     




       <- -="" jogo="" quiz="">









A Vida Mágica da Sementinha, de Alves Redol


Texto clássico da literatura portuguesa para a infância, esta história do trigo, da autoria de Alves Redol, constitui uma referência obrigatória pela forma como o autor, num discurso aparentemente simples e acessível, cruza uma multiplicidade de temas e apela a uma distribuição mais justa da riqueza. A pequena sementinha que protagoniza a narrativa, tal qual uma heroína de um conto de fadas, vive muitas aventuras até se transformar em planta e, novamente, em grão. Entre o espanto e o receio, são muitas as surpresas que a sua vida lhe reserva, pormenorizadamente descritas, desde que o semeador a retira da arca onde estava guardada com outras companheiras.
Mesmo antes de cair na terra, o seu destino leva-a a ser roubada por um rouxinol cantor, por quem se apaixona, e depois por um pardal faminto que a tenta devorar, quase interrompendo o ciclo de vida que a aguarda. O seu carácter especial, capaz de amadurecer antes de todas as outras sementes, impede-a de se transformar em farinha e depois em pão, como acontece com outras sementes com quem partilha da terra, e em alimento, matando a fome aos trabalhadores que, árdua e alegremente, cuidam dos campos. Em vez disso, será alvo de estudos e de experiências, num elogio da ciência e das suas capacidades que o autor reserva para o final da narrativa, manifestando nela a sua esperança do fim da fome através da abundância de farinha.
Em alguns momentos, também em resultado da proximidade temporal e ideológica dos seus autores, podem ser estabelecidas pertinentes analogias quer com A Menina Gotinha de Água (1963), quer com O Cavalo das Sete Cores (1977), ambas obras de Papiniano Carlos, não só pela sugestão enérgica que caracteriza os textos, assumidamente dinâmicos, plenos de vida a brotar de forma quase pujante, mas também pelo modo, quase ingénuo para o leitor contemporâneo, como revelam uma esperança ilimitada na ciência, espécie de panaceia universal para os males do mundo.
Combinando poesia e ciência, a obra recria o ciclo do grão de trigo, sem esquecer de narrar a sua história desde as origens mais remotas, dando conta do seu relevo na alimentação humana, mas também do seu contributo para a evolução da humanidade. Ao leitor adulto não escaparão, ainda, as alusões mais ou menos explícitas à realidade social e económica contemporânea da escrita do texto, como é o caso da menção à fome e às duras condições de vida dos trabalhadores agrícolas, dependentes de contingências climáticas.  

Ficha bibliográfica

A Vida Mágica da Sementinha
texto de Alves Redol
8ª edição, Lisboa: Caminho, 2008 (1ª edição de 1956)
ISBN: 978-972-21-0892-8



in: http://www.casadaleitura.org/portalbeta/bo/portal.pl?pag=sol_lm_fichaLivro&id=1769
http://ainocenciarecompensada.blogspot.pt/2009/05/vida-magica-da-sementinha-de-alves.html
http://www.passeidireto.com/arquivo/1769433/a-obra-de-alves-redol-para-criancas/33

interpretação do texto "O principe nabo"


1-
a)  espaço: No castelo , na sala do trono;
b) personagens: Aurora, Lucas, Carolina, Cozinheiro e Marechal da corte;
c) personagens ausentes: rei, a princesa e os pretendentes.

2-
a) cenário: toda a indicação cénica inicial;
b) comportamento: "Ri-se"; "A lamber os beiços";
c) entrada de uma personagem: "Aparece o cozinheiro".

3- O assunto era sobre as dificuldades em encontrar um príncipe para casar
 com a princesa Beatriz, porque ela rejeitava todos os pretendentes.

4- A recomendação do rei, segundo Aurora, era de que não se devia
"perder os momentos históricos".

4.1- Aurora lembra-se dessa recomendação, porque poderia estar prestes a ser
escolhido o príncipe consorte que iria casar com a princesa.

5- Aurora fala no príncipe "Consorte" (casado com a futura rainha), enquanto
 que Carolina brinca e diz que será um príncipe "com sorte".

6- Carolina suspirou porque a princesa tinha muitos pretendentes e ela não
 tinha ninguém.

7- caprichosa, exigente e presunçosa.

8- O Marechal entrou a dar ordens e a inspecionar o trabalho.
8.1- O MArechal era um guloso.

9-
a) O rei ficava furioso;
b) O Marechal ficava sem jantar e tinha que ir consolar o rei.

9.1- O Marechal informa que só havia 3 pretendentes.
9.2- Sim, porque sendo a princesa tão exigente, quanto menor é o número
de pretendentes, menor é a probabilidade de ela escolher um marido.

Leitura digital - O principe nabo




retirado do blogue: http://bibliotecamemramires.blogspot.pt/p/textos-dispersos.html

segunda-feira, 2 de junho de 2014

A verdadeira história da Batalha de São Mamede


Clica no link para veres um vídeo sobre o tema: http://ensina.rtp.pt/artigo/batalha-de-s-mamede/



3- Espaço: Palácio de Dona Teresa em Guimarães    - Tempo: Inverno;

4- Segundo o pregoeiro Afonsinho era: terrível, incrível e irascível. Era desobediente e recusava-se a comer a sopa.

5- Dona Teresa procura impor a sua autoridade, dizendo que não tolera a desobediência e ameaça-o com guerra.

5.1 O bispo repreendeu Afonsinho.
5.2 O bispo diz que o seu comportamento se deve  ao facto de ler livros pouco aconselháveis.

6 a) dependência      b) ignorância
6.1) Quer continuar a apresentar o seu protesto com os termos exatos, mas como é uma criança, não os conhece bem e engana-se.

7. Exemplos de indicações cénicas:
Entrada , saída, movimentos em palco das personagens: "os dois criados saem e entram depois"; "Egas Moniz sai para chamar o Bispo"
Gestos e atitudes: "cruza os braços em  atitude de birra"; "encolhendo os ombros"
Guarda-roupa: "O bispo de mitra e báculo"
Adereços e elementos do cenário: "trazendo uma terrina com uma enorme colher que põem sobre a mesa"
 8. O facto cómico é por D. Afonso Henriques não querer comer a sopa. Aqui é reinventado o motivo pelo qual ele combateu as forças de D. Teresa, sua mãe. Também é cómico o uso do adjectivo: "verdadeira" no titulo.


sexta-feira, 30 de maio de 2014

Correção da ficha de avaliação de maio

Grupo I - Parte I

1- Conseguir comprador para um cachorro.

2-
data do nascimento: sete de março de dois mil e sete
raça: épagneul-breton
cores do pêlo: branco e castanho.
duas funções: caça e companhia

3-Os dois cuidados de saúde são: ter as vacinas em dia e as desparasitações.

4- F / V / F / V / V / F / V / F

5- Os animais recolhidos no Cantinho parecem ser calmos e meigos.

6- "Abandono de animais"

7- 1/ 4 / 8 / 3 / 6 / 5 / 2 / 7

8- A casa de Verão fechada  / As barracas desmontadas.

9-"O certo é que o pânico se instalou em toda a família"

10-
1. "Durante uns dias o cão não falou"
2. " DAquela vez calou-se por completo"
3." Não falou com nenhum dos seus animais"
4. " Nem sequer com o seu silêncio"

11- O cão era como eles, porque gostava de fazer as coisas à sua vontade.

12- indicar que a palavra não é portuguesa.

13- sufixo: -agem  / -al  /  - (d)or  /  - ês  /  - ção  /  -mento

14- nome próprio: Cantinho
     - nome comum: cães/gatos
    - Pronome indefinido: todos
    - Numeral cardinal: 500 / 60
    - Adjetivo: meiguinhos/ calmíssimos/ felizes
    - verbo: há
    - advérbio: quase / atualmente

15- Os cães rafeiros são tão sensíveis como  os cães de raça.

16-      4  /   1   /   3   /   2

17- Kurica era altivo, fiel, desobediente, caprichoso e livre.

18-
Frase A: Sujeito - o nosso cão
              Predicado - era um cão caprichoso

Frase B: Sujeito - Este cão
              Predicado - era um cão muito especial

Frase C: Sujeito ------   Predicado: Parecia diferente dos outros cães.

Frase D: Sujeito: Ele
              Predicado: foi um cão igual a nós.

19-
Sujeito:  O cão;
Predicado: fugiu aos donos.
Complemento Indireto: aos donos
Vocativo: minha menina!

20-
Correr - acorrer / corredor / correrias  / corrediço  / corredora  /  percorrer  / socorrer  /...
Lua - aluado  / aluar  / luarento  / lunático  / lunar  / lua de mel  / ...

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Bicharocos

Interpretação:

1. Bicho carpinteiro;
 bicho do mato
bicho de sete cabeças
bicho do buraco
bicho-papão,
...

2.Quem fala é um bicho e está a desabafar.
3.A expressão que mostra o descontentamento é:"Estou farto!", mas as expressões: "falo de tanta gente que me enfada", "bicharada afrontada" e "soube bem desabafar" também mostram o descontentamento do bicho.
4. O alvo da critica dos bichos são os seres humanos, que caçam os animais e os comem, ... entre outros.
5.O bicho deu o endereço eletrónico, porque é o meio que ele sugere ao leitor para partilhar o seu protesto. Trata-se de algo imaginário, assim como o bicho do poema.

O testamento do gato

_”O testamento do gato”


                                   O Testamento do Gato
 Ai, se eu um dia morrer
não quero ser enterrado,
hei-de ficar ao solinho,
em cima do meu telhado.

Levem-me três carapaus
e um pratito de leite.
Comer sempre bons petiscos
é o meu grande deleite

Convidem três gatas pretas
com unhas bem afiadas,
Pois mesmo depois de morto
preciso de namoradas.

Ai, se eu um dia morrer
não me façam despedidas,
eu volto sempre de novo
que um gato tem sete vidas.
      
Luísa Ducla Soares (do livro "A Cavalo no Tempo" - Civilização Editora)

Interpretação:             
2- O poema está dividido em 4 quadras.
2.1-  1ª quadra – enterrado/ telhado
            2ª quadra – leite / deleite
            3ª quadra – afiadas/ namoradas
            4ªquadra – despedidas / vidas
2.2 – os versos do poema têm 7 sílabas métricas.
2.3 – A forma do poema é regular.
3- O gato diz que quer continuar a viver, mesmo depois de morto.
3.1-O gato não quer despedidas, porque ele volta sempre, já que tem sete vidas.
3.2 – Neste poema predominam frases imperativas, porque o gato está a dar ordens.
4- Os dois poemas são sobre um gato preto e ambos falam nas sete vidas do gato.


para a ficha de avaliação de maio

Para a ficha de avaliação de maio:

Grupo I
texto A
-texto (anúncio)
- perguntas de interpretação

texto B
- texto (retirado da internet / sobre animais abandonados
- interpretação;

texto C
- texto narrativo
- interpretação

texto D
- poema
- interpretação

Grupo II

Gramática
- prefixação/ sufixação
- classes e subclasses de palavras (nome próprio/nome comum/pronome indefinido/adjetivo/verbo/advérbio)
- graus dos adjetivos
- sinais de pontuação;
- funções sintáticas (suj/ Predicado / C.D/ CI/ vocativo);
- palavras da família;

Grupo III
Composição - contar uma aventura vivida pelo aluno e o seu animal de estimação.



sexta-feira, 9 de maio de 2014

poemas analisados na aula

----- página 186------------------------------------- Cantiga ao desafio ------------------------
     1-    Duas vozes.
     2-    Uma menina e um rapaz fazem pergunta um ao outro e procuram responder a cada desafio que as perguntas representam.
      3-    As respostas baseiam-se na sabedoria popular, porque tem resposta para tudo.
      4-    A cantiga ao desfia é uma cantiga dialogada, em que os intervenientes lançam desafios uns aos outros, que devem ser resolvidos na hora.


-------------Página 188 ------------------------------Noite -----------------------------------
   1-    Os sóis são os olhos do gato.
   2-    Metáfora – porque os olhos do gato brilham quando alguma luz lhe incide no escuro.
   3-    O corpo do gato não se vê no escuro, por isso se diz que são de cor parda, não se distinguindo.

3.1-Faz com que os olhos do gato pareçam duas luzes isoladas (não têm corpo) e as pessoas não sabem do que se trata.

poemas analisados na aula

Página 175 – Gigões e anantes”

    1-    O jogo de sons presentes no poema é entre as palavras gigões e anantes / gigantes e anões.

    2-    O problema era que não conseguiam distinguir os gigões dos anantes.

    3-    “Os gigões são anantes muito grandes.” / “os anantes são gigões muito pequenos”.
3.1- Não, porque uns servem para descrever os outros, com a única diferença de que  “uns são um bocado mais , outros um bocado menos”.

4- “Era uma vez…”
4.1- Ambas as histórias têm seres fantásticos.

5- A Ana “xixanava”.
5.1- A fórmula usada pela Ana era secreta,  porque era uma fórmula com palavras que só a Ana sabia, que só queriam dizer o que a Ana queria.
5.2- Quando a Ana “xixanava” com eles, o “gigão” ficava “xubiante” ou “ximbimpante”, ao passo que o “anante” fingia não ficar desse modo.



--------------------------- página 177---
2- A monstra.
     3-    Fazer convites.
3.1- AS formas de tratamento que nos informam sobre o destinatário do convite; a informação sobre quem convida; informações sobre o acontecimento: hora, data, local.
3.2- é um convite formal, como se observa na forma de tratamento Exma Sr.a (Excelentíssima senhora) ; V/ Exa  (vossa excelentíssima).



------------Aquela nuvem – página 185

1-    Pedia à nuvem que deixasse de chover.

2-    Nuvem: primeira , terceira e quinta estrofe
Sujeito poético: segunda e quarta estrofe.

3-    O sujeito poético pede-lhe que o leve consigo , porque quer ver o mar e a cidade de Granada.
3.1- Não, porque Granada é longe e o mar é distante.

        4- Ao contrário do poeta a  nuvem voa. 

quarta-feira, 7 de maio de 2014

análise dos poemas

----------------------------Poema O relógio – pág. 180

2- A partir do 5º verso o poema mais pequeno.
2.1-A diminuição das sílabas métricas faz com que o poema se torne mais rápido.
3- Onomatopeia – som: tic-tac;
3.1- O desejo do poeta é que o tempo passe depressa ou que não exista.






---------------------------Aquarela – pág. 181
2- O ponto de partida é a folha.
3- Sol amarelo: desenhado – Castelo: com cinco ou seis retas; Luva: contorno do lápis à volta da mão; Guarda- chuva: com dois riscos; Gaivota: pingo de Tinta; Barco à vela: pintado.
4 – A gaivota permite o inicio da viagem.
5- Será uma viagem longa, porque passa por pontos   geográficos distantes uns dos outros (Havai, Pequim, Istambul) e de Norte a Sul.
6. Quem dá o beijo azul é o céu e o mar: o beijo é o encontro entre o mar e o céu, ambos azuis.





-----------------------------------Página 182/183
1-   B)
2-   “A lâmpada” – duas vozes: a do poeta, que faz as perguntas e a da lâmpada, que responde.
“Breve” – duas vozes que falam entre si: ele e ela.

3-    
A)   Enumerações: no teto/ na rua/ no avião/ no barco.
B)   Repetição: “diz ele”  -“diz ela”.
C)   Frases exclamativas: Bom dia! / Não! / Nada!
D)  Frases interrogativas: Onde estás? / Vamos?
4-   A luz da lâmpada permite ver as coisas e as suas sombras.
5-    O poema é breve, porque as estrofes são poucas e pequenas. As frases são curtas.

------------------------------------As meninas – página 184
1-   As meninas eram a Arabela, Carolina e Maria.
2-   As meninas encontravam-se à janela. A Arabela abria a janela, a Carolina erguia a cortina e a Maria olhava, sorria e dizia “Bom dia”.
3-   Arabela é a mais bela; Carolina: “ a mais sábia” e Maria é a mais simpática.
4-   Maria provoca uma profunda saudade, por causa da sua simpatia e do seu sorriso.
5-   As vogais o e a tornam-se mais abertas.