Sejam todos muito bem-vindos! Depois de um ano de sucesso é chegada a hora de "mimar" o nosso blogue alterando-lhe o visual... ;) Alteram-se umas coisas, mas continua-se a apostar no mais importante: Partilha, Estudo e Brincadeira... para que possamos aprender sempre um pouco mais! Portanto mãos à obra, pois "Saber é Poder"!!! ;) Hugs and Kisses
RSS

Páginas

terça-feira, 25 de abril de 2017

25 de abril - Infominuto

terça-feira, 4 de abril de 2017

constituintes da frase - aula

A frase pode ser composta por diversos elementos que formam grupos, os constituintes.
O grupo nominal (GN) é um grupo de palavras que tem como núcleo um nome ou pronome. Ex.: Aquele livro é interessante. Ela saiu cedo.
O grupo verbal (GV) tem como núcleo um verbo. Ex.: Ele viajou. Ele estuda diariamente.
O grupo preposicional (GPrep) tem como núcleo uma preposição. Surge muitas vezes integrado no GN ou no GV. Ex.: Ele estudou com a Ana. Ninguém vive sem sonhar.
O grupo adverbial (GAdv) tem como núcleo um advérbio. Insere-se com frequência no GV. Ex.: Ontem faltei à aula. Ele porta-se muito bem.
O grupo adjetival (GAjd) tem como núcleo um adjetivo e aparece integrado noutro grupo frásico. Ex.: A rapariga estava linda. A linda rapariga cortou o cabelo. A rapariga cortou o longo cabelo.
Pode ainda incluir outros elementos que lhe estão associados. Ex.: A rapariga estava muito linda. A rapariga, farta de se pentear, cortou o cabelo. A rapariga estava linda de morrer.


EXEMPLO:
Hoje (G.Adv) a viúva (G. N) permaneceu em casa (GV), devido ao temporal (G. Prep)

quinta-feira, 30 de março de 2017

Semana da escola/agrupamento




Cá está o nosso contributo para a Semana do Agrupamento!
Pais/EE apareçam na nossa escola e visitem a exposição...tem trabalhos lindíssimos!

sexta-feira, 24 de março de 2017

Nesta pausa da Páscoa...

Meninos, desta vez o comentário que faço serve apenas para vos desejar um bom descanso e uma Santa Páscoa!!!
Aproveitem para rever a matéria, já que não enviei trabalhos de casa, e trazer muitas dúvidas no início do próximo período!!! /;)
 e LEIAM pf!!!

sexta-feira, 10 de março de 2017

Para o teste de gramática...

Revisões para a ficha de avaliação de Gramática

1- Verbos : copulativos/ principais/ auxiliares (p.212)
a)A Maria estava cansada. -> v. copulativo
b)A Maria foi ao cinema. -> V- principal
c) A Maria tinha feito o jantar, no dia anterior. -> V. auxiliar

        2- Verbos: Regulares / Irregulares ( p.214)
- V. Regulares -> O radical fica igual quando conjugamos o verbo.
Ex: sonhar; sonho; sonhei; sonhava; sonharei…
- V. Irregulares -> não mantém o radical igual quando é conjugado.
Ex: dizer; digo; direi…

3-Sujeito simples/ sujeito composto (p.224)
S. Simples -> só tem um grupo nominal;
Ex: Eu estou cansada.
S. Composto -> é constituído por mais do que um grupo nominal.
Ex: A Joana e a Rita estão cansadas.

4-Frase ativa/ Frase Passiva (p.223)
- Os alunos vieram pela estrada. -> F. ativa
- O trabalho será apresentado pelos professores.-> F. Passiva.

5- Vocativo (p.228)
- indica o interlocutor ( a quem nos dirigimos);
- separado sempre por vírgulas.
Ex: Maria, onde está a Rita?

6- Complemento Oblíquo ( p.226)
- é introduzido por G. Preposicional ou Adverbial;
- não pode ser retirado da frase, pois são exigidos por alguns verbos transitivos;
- não podem ser substituídos pelos pronomes LHE/LHES
Ex: Eles gostam de escrever.

7- Complemento Agente da Passiva (P. 226)
- função sintática desempenhada  por G. Preposicional, iniciada pela preposição POR;
- esta função sintática só surge nas frases passivas.
Ex: A composição foi escrita pelos alunos.

8- Predicativo do Sujeito (P. 226)
- O constituinte que se encontra À direita de um verbo  copulativo desempenha a função sintática de Predicativo do Sujeito;
- O Predicativo pode ser: um G. Nominal; um G. Preposicional; um G. Adverbial; um Adjetivo;
- Atribuem propriedades ao sujeito ou localizam-no.
Ex: Este livro é interessante.

9- Modificador (p.227)
- Não é selecionado pelo verbo, podendo  ser suprimido sem prejudicar o sentido da frase;
- Pode ter a forma de G. Preposicional ou G. Adverbial;
- Introduz novas informações na frase (ex: informação de tempo- ontem; de lugar – aqui; de modo – tranquilamente)
- Faz parte do predicado.
EX: O Manuel trabalha no Algarve.

10- Verbos: Tempos e Modos
- Modo indicativo;

- Modo imperativo: Ex: Marco, cala-te!

- Modo conjuntivo:
- é utilizado sempre que queremos falar de factos possíveis, desejos ou dúvidas;

- tem 3 tempos: Presente; Pretérito imperfeito; Futuro.

a) Presente – colocar QUE antes do pronome pessoal;
Ex: Espero que o Manuel arrume a sala.

b) Pretérito Imperfeito – Colocar SE antes do Pronome Pessoal;
EX: Reconhecerias o professor, se o visses?

c) Futuro – colocar QUANDO antes do Pronome Pessoal;
EX: Quando partires, sentirei a tua falta.


Tempos compostos… como se formam?
Para formar os verbos compostos conjugamos apenas o verbo auxiliar, enquanto o verbo principal fica sempre no particípio.

Os tempos compostos são os verbos auxiliares ter e haver ligados a um verbo principal no particípio, do qual resulta uma locução verbal.

Lembrem-se que o verbo principal fica sempre no particípio enquanto que o verbo auxiliar é que é conjugado no tempo pedido.

01) Pretérito Perfeito Composto do Indicativo:
Conjugar o verbo auxiliar ter ou haver no Presente do Indicativo e o principal no particípio, indica algo que tem ocorrido com frequência ultimamente.
Por exemplo:
Eu tenho estudado muito ultimamente.

02) Pretérito Mais-que-perfeito composto
O verbo auxiliar ter ou haver é conjugado no imperfeito do conjuntivo.
Exemplo:
tivesse brincado, tivesses brincado…
SE tivesses chegado mais cedo, terias ….





sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

DATAS IMPORTANTES!!!! - 6ºC

Não esquecer - 6ºC:


1- Apresentação dos trabalhos de Português e Inglês - de 24 a 31 de março;
2- Teste de compreensão literária - dia 3 de março (30minutos);
3- Teste de gramática - dia 6 de março (30 minutos);
4- Teste de Interpretação do oral - dia 6 de março (15 minutos)

Inglês:
5- Teste Reading comprehension - dia 7 de março;
6- Teste de grammar - dia 14 de março;
7- Teste de Listening - dia 21 de março.

Resumo coletivo - "Ali Babá e os quarenta ladrões" -6C

Caríssimos,
cá fica o resumo feito na aula (mas ainda incompleto) da obra "Ali Babá e os quarenta ladrões".



Há muito, muito tempo numa cidade para os lados do Oriente, vivia Ali Babá, um modesto lenhador, que ganhava a vida a  vender lenha.
Certa manhã, como em todas as outras manhãs, andava a cortar lenha nas montanhas, quando avistou uma nuvem de poeira. Aproximava-se uma caravana de quarenta ladrões carregados com grandes caixas, que as puseram no chão ao chegarem junto a uma rocha.
Então, espantadíssimo, Ali Babá viu o chefe aproximar-se da parede rochosa e gritar:
- Abre-te Sésamo!
Como que por milagre abriu-se uma grande fenda na rocha e apareceu uma enorme gruta, no interior da qual os homens depositaram as caixas e saíram.
- Fecha-te Sésamo!- gritou o chefe.
        A parede voltou a fechar-se e foram-se embora.
Quando Ali Babá viu que os homens já iam longe – depois de confirmar que tinham saído todos, correu para a grande rocha e gritou:
- Abre-te Sésamo!
Entrou na gruta e viu, espantado, que ela albergava um precioso tesouro, proveniente dos roubos que os homens vinham praticando nas cidades da região. Então carregou o que pode num saco, que colocou na sua mula e voltou para casa.
Quando chegou a casa a sua mulher – Feiruz - desconfiada questionou-o sobre a origem daquele dinheiro. Ali Babá contou-lhe. Esta sugeriu que fossem a casa de Qassem, irmão mais velho de Ali Babá pedir uma vasilha para contar todo aquele dinheiro.
Foi Xainaz – mulher de Qassem- quem lhe entregou a vasilha e quem a recebeu, percebendo que tinha ficado uma moeda presa no fundo da vasilha, resolveu contar ao marido o que se passava.
Qassem foi pedir satisfações a Ali Babá e este pedindo segredo contou tudo ao seu irmão.
Como era muito ambicioso, resolveu sozinho – sem contar a ninguém- ir até à gruta com seis mulas para carregar todas as riquezas que conseguisse. Entrou na gruta e carregou tudo o que conseguiu, mas com tanta riqueza esqueceu-se da palavra mágica e ficou preso na gruta.
Quando chegaram os ladrões e viram as mulas à porta estranharam. Entraram na gruta e viram Qassem, sem o deixar falar decapitaram-no e ficaram preocupados com o facto de alguém saber a palavra mágica para entrar.
Foram-se embora e deixaram na gruta o corpo.
A mulher de Qassem estranhando a sua ausência foi falar com Ali Babá. Este foi até à gruta e encontrou o seu irmão decapitado. Levou-o às escondidas para sua casa e resolveram disfarçar o sucedido.
Pensaram e resolveram pedir a colaboração de Morjana, a jovem empregada escrava, para que todos pensassem que Qassem tinha morrido na sua cama. Esta foi ao boticário durante três dias pedir um medicamento que se costuma dar às pessoas atingidas pela fraqueza e ao terceiro dia todos já sabiam que Qassem tinha morrido, devido aos choros vindos da sua casa.
Nessa mesma noite, Morjana foi ter com um sapateiro a quem pagou com moedas de ouro, para que cozesse a cabeça de Qassem ao seu corpo, mas em segredo. Levou-o de olhos vendados até ao quarto de Qassem, para que ele não soubesse onde estava.
Foi feito o funeral a Qassem.
Ali Babá resolveu casar com a mulher de Qassem – Xainaz - e ir viver com a sua primeira mulher e filhos para a  casa de Xainaz, pois era maior. O filho mais velho de Ali Babá – Nuredine -ficou com a loja de Qassem.
Porém, quando os ladrões regressaram à gruta e viram que o corpo de Qassem já não se encontrava na gruta, logo pensaram numa maneira de  apanharem quem o tinha ido lá buscar e sabia a palavra mágica da gruta. 
Um dos ladrões, vestido de mercador, conseguiu descobrir – com a ajuda do sapateiro – a casa de Qassem, marcou-a com uma cruz de giz e foi contar aos restantes ladrões.
Mas Morjana ao ver a cruz na casa desconfiou e resolveu baralhar quem a tinha feito, colocando várias cruzes nas casas mais próximas da sua.
Todos os ladrões desceram à cidade com armas para matar Ali Babá, mas quando lá chegaram confrontaram-se com a dúvida de qual seria a casa.
O chefe dos ladrões resolveu ir ter com o sapateiro e depois de este o conduzir até à casa de Ali Babá guardou na sua memória todos os pormenores para não se voltar a enganar e regressou à caverna.
Combinou com os restantes ladrões percorrerem os mercados nos dias seguintes e pediu que comprassem 20 mulas e 40 vasilhas, para que se conseguissem meter dentro delas.
Dirigem-se todos já, ao final da tarde, para a casa de Ali e quando lá chegam o chefe dos ladrões pergunta-lhe onde pode pernoitar com a sua carga de azeite. Como era tarde Ali oferece a sua casa para o “mercador” e as suas mulas descansar.
Ali pediu a Morjana que alimentasse e abrigasse o mercador e desse água e maçãs cortadas aos animais. Como a escrava tinha ficado sem azeite resolveu ir buscar algum `a carga do mercador. Chegado ao pátio apercebeu-se de que apenas as duas primeiras vasilhas tinham azeite e que dentro das restantes havia alguém a conspirar contra Ali.
Morjana pediu ajuda a Abdalá para aquecer azeite e verter dentro das vasilhas, de modo a matar quem lá estava dentro. E assim foi…Quando se apercebeu do que havia acontecido Qoja – chefe dos ladrões – fugiu para a caverna e  por lá ficou alguns dias a pensar no que fazer.
Resolveu disfarçar-se de mercador, para que ninguém o reconhecesse, e descer à cidade. Alugou uma loja, para vender tapetes, junto da loja de Nuredine e tornou-se amigo do filho de Ali.
Passado algum tempo, Nuredine resolveu apresentar o seu amigo mercador a seu pai. Ali convidou-o para almoçar com a família e este aceitou, colocando como condição não ter sal na sua comida.
Morjana desconfiou e apercebeu-se que se tratava do chefe dos ladrões e agendou um plano para o matar.
Sugeriu a Ali uma dança do ventre para o seu convidado e enquanto a fazia espetou um punhal no convidado de Ali.
Como Ali não percebeu o que tinha acontecido, Morjana explicou tudo a seu amo e como sinal de agradecimento Ali sugeriu a sua mão a Nuredine.
Ambos aceitaram casar-se e Ali contou à sua família o seu segredo, de modo a que toda aquela riqueza fosse  usada com moderação  e sensatez pelas gerações seguintes.








sábado, 18 de fevereiro de 2017

St. Valentine's Day - Semana dos Afetos

Caros pais/EE,
Na próxima semana vou desenvolver, com as minhas turmas -6C /E- atividades para celebrar o São Valentim/Dia dos Afetos.

1- Em colaboração com a BE/CRE irei fazer:
- exposição dos trabalhos realizados pelos alunos (à semelhança do que foi feito no HAlloween) ;
- Troca de mensagens/postais com toda a comunidade educativa, através da caixa de correio da amizade, que estará na BE.

Visitem a exposição e participem na troca de msg!!!


2- Em sala de aula:
- Todos os dias da próxima semana, nos primeiros 15 minutos de cada aula, que poderá ser de Português ou Inglês, os alunos serão convidados a partilhar na 2ªf -> Xi-corações/abraços; 3ªf ->beijinhos; 5ªf-> apertos de mão; 6ªf -> sorrisos. 
Serão ainda visualizados vídeos; lidas notícias; analisadas fotos ou imagens; ouvidas músicas; lidos poemas - alusivos ao amor/amizade- de maneira a incentivar a partilha de experiências, sentimentos, valores... no fundo, será realizada uma reflexão sobre a importância dos afetos/amor na nossa vida;
- construção de um estendal do amor/amizade;
- distribuição de marcadores de livros com mensagens positivas para os alunos (Ex: you are amazing / brilliant/ great/ fantastic/... Dá o teu melhor todos os dias; ...
- Troca de correspondência - Redação de mensagens dirigidas a um amigo, colega, professor, auxiliar, pai, mãe,... - em português e inglês - para deixar no marco de correio da BE, e que serão posteriormente entregues aos destinatários.



P.S. Logo que tenha fotos acrescento-as a esta mensagem!😃😉






Um miminho para os alunos, que também merecem! Espero que tenham gostado!


segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Ali Babá e os quarenta ladrões pdf


Para conseguirem ler a obra cliquem na imagem!
(in: http://docslide.com.br/documents/ali-baba-e-os-40-ladroes-antonio-pescadapdf.html)



quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Complemento Oblíquo / Modificador

Como proceder para que esta diferença seja clara?

Em primeiro lugar, associar a ideia de complemento à ideia de obrigatoriedade de colocação na frase e a de modificador à de colocação facultativa, como acontece nos exemplos 1) 2):

1) O João foi a Lisboa.
2) O João trabalha em Lisboa

Como se verifica, a frase1) ficaria sem sentido se lhe retirássemos o segmento sublinhado, pelo que a sua presença é obrigatória. Já na frase 2), o segmento sublinhado apenas acrescenta uma informação que, embora completando o sentido da frase, não lhe é de todo indispensável, pelo que pode ser considerada acessória.

Em segundo lugar, mostrar que o verbo que solicita a presença de um complemento oblíquo exige vir acompanhado de preposição (quando a função é exercida por um GPrepou de um advérbio(quando a função é exercida por um GAdv), como se pode ver nos exemplos 3) e 4), o que não acontece com os modificadores, como se observa nas frases 5) e 6):

3) O João gosta da Maria. [o verbo «gostar» exige a utilização da preposição «de», (aqui contraída com o determinante «a»)]
4) Ele mora ali. [sem o advérbio locativo, a frase fica sem sentido]
5) Eles estudam de manhã. [o verbo estudar não selecciona preposição]
6) Eles almoçam ali. [o verbo almoçar não selecciona advérbio para lhe completar obrigatoriamente o sentido]



Esta actividade de contraste será ainda mais bem sucedida se previamente o professor tiver definido o descritor de desempenho associado a estes conteúdos, de forma a certificar-se que foram adequadamente interiorizados.

A consciência da diferença entre complemento e modificador (e entre complementos e entre modificadores) é muito importante, visto que ajuda os alunos a distinguir o essencial do acessório e, no plano textual, por exemplo, também lhes permite mais facilmente separar a informação obrigatória da circunstancial, o que é fundamental para produzir, resumir ou sintetizar melhor um texto.


Nota :          Clica     para fazeres exercícios de  aplicação. Bom trabalho ....







Clica na imagem para aumentares o seu tamanho.

Faz aqui uma consolidação dos conhecimentos adquiridos.

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

A carta


retrato

MODELOS DE

ESCRITA- Retrato

Que vocabulário é necessário para fazer o retrato de alguém?

ASPETO FÍSICO

O rosto e a cabeça - arredondado, oval, magro, cheio, fino, longo; corado, pálido, macilento
Os olhos - amendoados, redondos, rasgados, pequenos, grandes;
azuis, verdes, castanhos, pretos…
As pestanas - longas, curtas, escuras, claras, reviradas
As sobrancelhas - finas, grossas, castanhas, loiras, pretas …
A boca - grande, pequena; lábios grossos ou finos; dentes brancos, grandes, finos
O bigode e a barba – ruiva, castanha, farta; curta…
O cabelo - negro, louro, castanho, ruivo; curto, longo, encaracolado, liso; penteado, desalinhado

O corpo

üO pescoço
üOs ombros
üO tronco
üOs braços
üAs mãos
üAs pernas
üOs pés



Como se organiza o retrato de alguém?

Podemos começar por dar os aspetos gerais e depois os pormenores. Ou o contrário… Mas, devemos seguir uma ordem lógica.
Não assim:
O homem tinha cabelo e barba desalinhados e compridos, amarelados. Calçava umas botas enormes.
Os olhos eram demasiado pequenos para o seu rosto. As mãos eram fortes. O seu rosto era largo.
Tinha pescoço e ombros largos. Os dedos eram muito grossos. A boca mal se via, por causa da barba. Era um homem com uns olhos estranhos. Segurava num cajado com a mão esquerda.
Toda a sua figura causava medo! Os seus cabelos compridos e desalinhados eram da cor da barba. Os olhos eram azuis.
Era um homem muito alto. As sobrancelhas eram grossas e um pouco mais escuras do que o cabelo e a barba.”



Mas assim, por exemplo:
“Era um homem muito alto.
O seu rosto era largo. Tinha cabelo e barba desalinhados e compridos, amarelados, e a sua boca mal se via. Os seus olhos azuis eram demasiado pequenos para o rosto. Era um homem com uns olhos estranhos. As sobrancelhas eram grossas e um pouco mais escuras do que o cabelo e a barba.
Tinha pescoço e ombros largos. As mãos eram fortes, com uns dedos muito grossos. Segurava um cajado com a mão esquerda e calçava umas botas enormes.
Toda a sua figura causava medo!”






Como posso usar os adjetivos para compor o retrato?

Posso usar adjetivos em série:
Os seus olhos eram pequenos, azuis e estranhos.
Posso usar adjetivos em diferentes graus:
Os seus olhos eram mínimos, muitos azuis e os mais estranhos que já vi.



Para além dos adjetivos, que recursos posso usar para compor um retrato?

Posso exagerar:
Era o homem mais alto do mundo!
Posso fazer uma comparação inesperada:
As mãos, de tão fortes, eram como duas garras.
Posso criar listas de palavras, de forma a causar maior impressão:
Toda a sua figura causava medo: o tamanho, as mãos, o cabelo, a barba, e sobretudo os olhos.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

verbos copulativos, transitivos e intransitivos

Verbos Copulativos, Transitivos e Intransitivos

1.Verbos Copulativos: São verbos de ligação entre o sujeito e o predicativo do sujeito. Os verbos copulativos são: ser, estar, continuar, parecer, ficar, permanecer...
Ex.: A Aia era leal.

2.Verbos Transitivos:
 são acompanhados por complementos directos e /ou indirectos.
2.1- Verbos Transitivos Directos: São acompanhados por complementos directos.
Ex. A Aia salvou o príncipe.
2.2- Verbos Transitivos Indirectos: São acompanhados por complementos indirectos.
Ex. O Ramos telefonou ao Silvestre.
2.3- Verbos transitivos directos e indirectos: São acompanhados por complementos directos e indirectos.
Ex. A Rainha ofereceu um tesouro à Aia.

3. Verbos Intransitivos: Não são acompanhados por complementos directos nem indirectos.
Ex. A Aia morreu.
(in:http://jorge-almeida.blogspot.pt/2007/06/verbos-copulativos-transitivos-e.html)

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Revisões e exercícios 1 - modificador

Atendendo ao "problema" que surgiu hoje na aula deixo aqui alguns exercícios/ explicações que podem ser úteis no vosso estudo, tal como tinha prometido :)
(Leiam também as explicações que se encontram nos posts anteriores.)

(Para a Carolina: )


Modificador do grupo verbal

          O modificador do grupo verbal é a função sintática desempenhada por qualquer constituinte do grupo verbal (predicado) que não é selecionado por nenhum elemento desse grupo verbal. Por outro lado, relaciona-se com os outros elementos do grupo verbal e a sua omissão, geralmente, não afeta o sentido / a gramaticalidade de uma frase.

  • A bomba explodiu ali.
  • A bomba explodiu.

          O modificador do grupo verbal pode assumir diferentes formas:

               » grupo preposicional:
                    . A Margarida acordou com um pesadelo. (o verbo «acordar» não selecciona o grupo preposicional «com um pesadelo» dado que é intransitivo).

               » grupo adverbial:
                    . Em Dezembro, anoitece muito cedo. (quer o grupo adverbial «muito cedo» quer o grupo preposicional «Em Dezembro» não são seleccionados pelo verbo «anoitecer», pois este é intransitivo).

               » oração:
                    . A Sophie cantou quando o professor o permitiu. (a oração «quando o professor o permitiu.» não é seleccionada pelo verbo «canta» visto que este é intransitivo).

(in: http://portugues-fcr.blogspot.pt/2010/12/funcoes-sintacticas-modificador-do.html)



O modificador de um verbo:

  1. É sempre facultativo, não é exigido pelo verbo. Quando é retirado, a frase continua a fazer sentido.
Ex.: No domingo, ela fez o almoço com amor. Ela fez o almoço.

  1. Pode ser um grupo adverbial, um grupo preposicional ou uma oração:
Ex.: a) Eles trabalharam muito bem.
     b) Eles trabalharam com vontade.
     C) Eles trabalharam porque estavam atrasados.

  1. Pode ocorrer em vários sítios da frase.
Ex.: Ele fez o desenho com amor.
     Com amorele fez o desenho.
     Ele fez, com amor, o desenho.

  1.  Faz parte do predicado.